Obreira frustrada

Luisa Teixeira

  • 9
  • Mai
  • 2013

Obreira frustrada

  • 9
  • Mai
  • 2013

Conheço uma obreira, e, como ela, existem muitas.

Ela prega para o povo, incentiva, fala de fé, de confiança, revela-se ativa no que gosta de fazer.

No entanto, às sextas feiras, na hora de libertar o povo, não aparece, ou melhor, foge desta responsabilidade.

Todos os sábados, está pronta para evangelizar os que não conhece, mas faz pouco caso dos que já conhece dentro da igreja.

A sua preocupação é centrada apenas em cuidar do que é físico. Mas, na hora de exercer a sua fé e a obra para a qual um dia foi chamada… ela é desanimada e até mesmo incrédula. Tornou-se indiferente ao sofrimento do povo.
Sim! Ela não crê mais que é um instrumento que Deus escolheu para resgatar almas.

Dificilmente dedica o seu tempo para se sentar ao lado de algum membro e ouvir as suas necessidades. O seu atendimento é superficial; são apenas palavras soltas, da boca para fora.

Não é próxima da esposa do pastor, porque fica preocupada com o que as demais obreiras vão pensar a seu respeito… tipo, “lambe botas”, ou então, medo que as trevas dentro de si sejam descobertas.

Olha para o povo e não o vê como alma… está sempre pronta para servir, mas nunca pára para olhar para a sua própria vida.

Quer, a todo custo, dar o que não tem… e por não ver os frutos acaba por ficar acomodada.

Acha até que é “normal” o seu estado, pois, afinal de contas, não está a cometer pecado nenhum.

É daí que surge a enorme frustração!

Mas porquê isso acontece?

Primeiramente, porque deixou de investir na sua vida espiritual; deixou de conservar o temor a Deus.

Importa que fique bem claro para todas as obreiras: A Obra de Deus começa dentro de nós. É de dentro para fora!!!
Se não há uma entrega constante e permanente, então, a frustração é o resultado final.

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75 comentários

    Olá Dn. Luisa
    Acredito que quanto mais perto de Deus estamos, mais próximo do povo queremos estar, sem hora marcada e nem um local especifico. São almas aflitas, em casa, na igreja ou no ponto de onibus, que só vendo o olhar, clamam (interiormente) por uma mão que possa lhe salvar. Essa deve ser nossa visão, a visão do Alto, que vem de Deus, mas para isso temos que cuidar do nosso interior, eliminando as bacterias, fazendo um filtro e uma capa protetora e despertar nosso espírito com sacrificio e total entrega! Um forte abraço

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    Olá dona Luisa!

    É bem verdade, que se não buscarmos vamos ficar sem nada para passar, não podemos nos acomodar, jamais!
    Se achamos que somos alguma coisa aí mora o perigo!

    Bjs

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    Boa noite DLuisa uma vez mais a sua mensagem e muito forte e mostra o seu cuidado connosco e e´verdade temos que estar fortes interiormente para poder ajudar os outros nao adianta esconder quando nao estamos bem ,porque a verdade sempre vem ao de cima o melhor mesmo e´ser humilde e pedir ajuda , e buscar em Deus a cada dia , valorizar a nossa alma para ai sim ajudar outras que precisam e tambem tem outra coisa quando atendo as pessoas fico mais forte ,faz me crescer e quando ha resultados e Deus e´Glorificado e´maravilhoso bjinho ate´a proxima

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    D. LUISA

    OS TEMPOS SAO DIFICEIS, TEMOS QUE NOS AJUDAR UNS AOS OUTROS, MAS NUNCA NOS DEIXAR ARRASTAR POR NINGUEM, O MALIGNO ALUJOU SE DENTRO DA IGREJA DE CRISTO, SOMENTE PARA DESTRUIR OS SERVOS, VAMOS ORAR.

    MUITO BOM ESTE TEMA

    UM FORTE ABRAÇO

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    Realmente nos obreiros temos que buscar mesmo a presença de Deus, n?o importa o tempo que temos de obra. Temos que ser como criança diante de Deus…
    Ser humilde como somos repreendido ou corrigido, pois quem ama repreende.
    Na Fé!
    Obreira Luciete Roxenborg/ Cascais

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    Hola Dña Luisa.

    Muy fuerte ! cuando empecé en la obra de Dios el obispo de la iglesia nos enseño que si no éramos capaces de vencer al mal que había en las personas para ayudarlas a ser liberadas, como íbamos a vencer el nuestro? Entendí que para ayudar tenia que vencerme primero a mi! Los viernes son muy importantes para las personas y sobretodo para nosotras que somos obreras..de ahí sale nuestros frutos y de ahí conseguimos ver la evolución del pueblo.
    Na Fé Graci.

    un saludo desde:

    Madrid(España)

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