Eu, como filha – O papel da minha mãe – Parte 3

Viviane Freitas

  • 6
  • Mai
  • 2022

Eu, como filha – O papel da minha mãe – Parte 3

  • 6
  • Mai
  • 2022

Eu sou alma tanto quanto você é. E tive de aprender também como lidar com coisas que desconhecia a meu respeito.

Em 2015, já casada, tive um ano muito difícil. Foi quando recebi em minha casa uma menina, que eu tinha visto pela última vez quando ela ainda tinha 7 anos. Ela, outrora, era como uma filha para mim. E depois de 15 anos sem nos vermos, tivemos a oportunidade de convivermos novamente.

Mas, é claro, ela tinha suas raízes, suas feridas. E não foi fácil! Ela já era adulta, e não me aceitava como mãe. Foi muito difícil para mim essa situação. E de quem eu me lembrava? Da minha mãe!
Nesse tempo que eu tive muitas dificuldades com ela, eu lembrava como minha mãe havia sido comigo.

Um dia, falei com a minha mãe: “Mãezinha, me perdoa por todas as vezes que fui difícil para você!”
Falei isso porque ao exercer o papel de mãe, pude apreciar muito mais a minha mãe.
E aí minha mãe falou: “É minha filha…até pouco tempo atrás você era orgulhosa!”

Ao ouvir isso da parte da minha mãe, eu me assustei! Não me via assim, como ela citou. Imediatamente eu disse: “Ah mãe, nem vou me justificar”, no fundo, eu já estava justificando, e me sentindo incompreendida.

Um dia, na reunião, em dado momento falei com Deus: “Sabe, Deus… não sei nem o que essa palavra tem a ver comigo”. Mas, naquele mesmo instante, o Próprio Espírito Santo me fez lembrar sobre a Palavra que devemos honrar pai e mãe.

E também me lembrei das palavras que minha mãe havia me dito. Ali comecei a falar com Deus:

“Deus, eu quero cumprir os Seus mandamentos, mas há coisas que minha mãe diz que eu, simplesmente, não vejo. E eu discordo dela. Se o Senhor não me fizer ver o orgulho que ela disse que eu tenho, como vou mudar? Senhor, eu quero ver o meu orgulho, porque eu quero cumprir os Teus Mandamentos! Eu quero honrar a minha mãe!!!”

E sabe o que me aconteceu? Depois de uma semana, Deus me mostrou tudo o que eu havia sido. Foi muito forte!

Por isso, quando falo sobre honrar a mãe, é respeitá-la, é ter admiração, e isso é algo muito espiritual. É uma ordem de Deus.

Continua…

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