Boa noite D.Viviane,
Hoje eu entendo o porquê que a Senhora pediu logo no primeiro dia do audio da minha amiga para escrevermos sobre a nossa infância,sobre o que nos marcou. A cada audio eu tenho me identificado com algo que passei no passado e que para mim já estava resolvido,pois me engane. Voltando ao meu passado pode perceber que existem coisas ainda que me fazem mal ao recordar,isso para mim quer dizer que são coisas que ficaram mal resolvidas e que refletem hoje no que sou. Não pretendo viver do passado,mas foi necessário eu voltar para o meu passado para perceber isso. Sei que vou ter que resolver essas coisas agora de uma vez por todas e não jaga-las mais para debaixo do tapete.
Olá Dona Vivi!
E o meu passado também não foi nada legal.
Na infância sofri muito com a rejeição, principalmente de amigos
volta e meia era atacada com bullyng
desenvolvi uma insegurança e ao mesmo tempo um orgulho
hoje vejo algumas manifestações desse trauma
na tentativa de ser perfeita e agradar aos outros
ou quando falam comigo com respeito a algo que fiz de errado, não falo, mas me sinto alfinetada. Peço a sua ajuda, pois odeio essas coisas que vejo em mim, mas, não sei como fazer para muda-las
Muito obrigada dona Viviane por partilhar suas experiências seus áudios tem me ajudado muito ,estou me sentindo até mais forte quero aprender mais de Deus através da senhora ,Deus lhe abençoe a cada dia dona vivi.
Olá Dona Viviane Tudo Bem Querida?
Os Áudios Minha Amiga Tem Acrescentado Muito no Meu Interior Na minha vida Espiritual,Porque estou me conhecendo,estou sabendo qual o motivo de eu agir de certas formas.
Olá dona Viviane. Para eu escrever este comentário me custou muito. Tenho acompanhado todos os áudios da minha amiga e a cada um tenho percebido a minha necessidade de mudança. Todas as vezes que escuto o áudio algo grita dentro de mim para comentar, pedir ajuda, antes mesmo da senhora tocar no assunto, mas entro em desespero só em pensar na exposição pois me tornei, ao longo do tempo, uma pessoa fechada exatamente pelos traumas do passado. Estou exatamente como a senhora falou, fugindo do passado. Não escrevi no caderno por medo de encará-lo mas minto para mim mesma dizendo que não escrevi por falta de tempo pois estudo muito. Tenho 17 anos e desde muito nova tive muitos problemas de família pois meus pais brigavam muito, já cheguei sair de casa com minha mãe e nuca contava para alguém, sempre ia guardando comigo. Meu pai faleceu quando eu tinha apenas 15 anos e eu me culpava achando que podia ter feito algo para impedir, quando na realidade não tinha nada para ser feito. Tive vários relacionamentos e nunca davam certo, sempre era decepcionada ou decepcionava a outra pessoa e novamente me culpava por tudo. Sempre me fiz de vítima pois não sabia como agir diante das situações. Digo que já superei os traumas vividos nos meus antigos relacionamentos mas na realidade não gosto nem de pensar neles e tenho pavor só de imaginar em entrar em um novo, mesmo que seja um homem de Deus. Não consigo confiar nas pessoas e sempre me afasto delas. Quando estou com outras meninas me sinto inferior, mesmo dentro da igreja, não consigo falar, quero sempre me isolar. Tenho tentado lutar contra isso, as vezes até peço ajuda mas só faço isso quando estou no meu limite. Reconheço que tenho sido muito orgulhosa pois sei que tenho muitas pessoas ao meu lado dispostas a me ajudar a todo tempo mas prefiro sempre me virar sozinha pelo fato de sempre ter guardado tudo comigo. Tudo isso tem me atrapalhado em todos os sentidos, principalmente na minha vida espiritual. Quero mudar, luto com minhas forças do braço por ser cabeça dura e não pedir ajuda, até mesmo por pensar que atrapalho a vida das pessoas ao pedir um conselho, mesmo sabendo que elas sempre estão dispostas a ajudar. Ajudo a todas as minhas amigas da escola pois tenho dentro de mim um desejo enorme de ajudar as pessoas e abraço cada oportunidade, aconselho, levo elas para a igreja comigo, mas eu mesmo não me dou o mesmo direito de ser ajudada e muito menos consigo seguir meus conselhos. Elas me ouvem e até resolvo os problemas delas, mas os meus ficam comigo e só aumentam.
Olá, D. Viviane.
Tenho 50 anos de idade e esta tenho sido eu, desde a minha infância : a eterna rejeitada, a eterna preterida, ignorada e injustiçada, por tudo e por todos. A própria vítima, que não se liberta do passado, que faz questão de revivê-lo a cada dia para continuar carregando o fardo de ser orgulhosa, extremamente carente e infeliz.
É como se eu tivesse que me auto punir, diariamente e ser a imagem do fracasso, da derrota e da infelicidade. Esta é quem tenho sido. Alguém que ainda não se descobriu, não se conhece e está toda quebrada, como disse a Vera. Aliás, muito bem colocado.
Ivana Garcia- Rotterdam,Hollanda
Novembro 18, 2015 às 19:16
Boa noite D.Viviane,
Hoje eu entendo o porquê que a Senhora pediu logo no primeiro dia do audio da minha amiga para escrevermos sobre a nossa infância,sobre o que nos marcou. A cada audio eu tenho me identificado com algo que passei no passado e que para mim já estava resolvido,pois me engane. Voltando ao meu passado pode perceber que existem coisas ainda que me fazem mal ao recordar,isso para mim quer dizer que são coisas que ficaram mal resolvidas e que refletem hoje no que sou. Não pretendo viver do passado,mas foi necessário eu voltar para o meu passado para perceber isso. Sei que vou ter que resolver essas coisas agora de uma vez por todas e não jaga-las mais para debaixo do tapete.
Vanessa
Novembro 18, 2015 às 18:29
Olá Dona Vivi!
E o meu passado também não foi nada legal.
Na infância sofri muito com a rejeição, principalmente de amigos
volta e meia era atacada com bullyng
desenvolvi uma insegurança e ao mesmo tempo um orgulho
hoje vejo algumas manifestações desse trauma
na tentativa de ser perfeita e agradar aos outros
ou quando falam comigo com respeito a algo que fiz de errado, não falo, mas me sinto alfinetada. Peço a sua ajuda, pois odeio essas coisas que vejo em mim, mas, não sei como fazer para muda-las
CelinaRcunha
Novembro 18, 2015 às 18:09
Muito obrigada dona Viviane por partilhar suas experiências seus áudios tem me ajudado muito ,estou me sentindo até mais forte quero aprender mais de Deus através da senhora ,Deus lhe abençoe a cada dia dona vivi.
Daniela Santana
Novembro 18, 2015 às 18:04
Olá Dona Viviane Tudo Bem Querida?
Os Áudios Minha Amiga Tem Acrescentado Muito no Meu Interior Na minha vida Espiritual,Porque estou me conhecendo,estou sabendo qual o motivo de eu agir de certas formas.
Laís
Novembro 18, 2015 às 17:40
Olá dona Viviane. Para eu escrever este comentário me custou muito. Tenho acompanhado todos os áudios da minha amiga e a cada um tenho percebido a minha necessidade de mudança. Todas as vezes que escuto o áudio algo grita dentro de mim para comentar, pedir ajuda, antes mesmo da senhora tocar no assunto, mas entro em desespero só em pensar na exposição pois me tornei, ao longo do tempo, uma pessoa fechada exatamente pelos traumas do passado. Estou exatamente como a senhora falou, fugindo do passado. Não escrevi no caderno por medo de encará-lo mas minto para mim mesma dizendo que não escrevi por falta de tempo pois estudo muito. Tenho 17 anos e desde muito nova tive muitos problemas de família pois meus pais brigavam muito, já cheguei sair de casa com minha mãe e nuca contava para alguém, sempre ia guardando comigo. Meu pai faleceu quando eu tinha apenas 15 anos e eu me culpava achando que podia ter feito algo para impedir, quando na realidade não tinha nada para ser feito. Tive vários relacionamentos e nunca davam certo, sempre era decepcionada ou decepcionava a outra pessoa e novamente me culpava por tudo. Sempre me fiz de vítima pois não sabia como agir diante das situações. Digo que já superei os traumas vividos nos meus antigos relacionamentos mas na realidade não gosto nem de pensar neles e tenho pavor só de imaginar em entrar em um novo, mesmo que seja um homem de Deus. Não consigo confiar nas pessoas e sempre me afasto delas. Quando estou com outras meninas me sinto inferior, mesmo dentro da igreja, não consigo falar, quero sempre me isolar. Tenho tentado lutar contra isso, as vezes até peço ajuda mas só faço isso quando estou no meu limite. Reconheço que tenho sido muito orgulhosa pois sei que tenho muitas pessoas ao meu lado dispostas a me ajudar a todo tempo mas prefiro sempre me virar sozinha pelo fato de sempre ter guardado tudo comigo. Tudo isso tem me atrapalhado em todos os sentidos, principalmente na minha vida espiritual. Quero mudar, luto com minhas forças do braço por ser cabeça dura e não pedir ajuda, até mesmo por pensar que atrapalho a vida das pessoas ao pedir um conselho, mesmo sabendo que elas sempre estão dispostas a ajudar. Ajudo a todas as minhas amigas da escola pois tenho dentro de mim um desejo enorme de ajudar as pessoas e abraço cada oportunidade, aconselho, levo elas para a igreja comigo, mas eu mesmo não me dou o mesmo direito de ser ajudada e muito menos consigo seguir meus conselhos. Elas me ouvem e até resolvo os problemas delas, mas os meus ficam comigo e só aumentam.
Adriana - Belo Horizonte - MG - Brasil
Novembro 18, 2015 às 17:03
Olá, D. Viviane.
Tenho 50 anos de idade e esta tenho sido eu, desde a minha infância : a eterna rejeitada, a eterna preterida, ignorada e injustiçada, por tudo e por todos. A própria vítima, que não se liberta do passado, que faz questão de revivê-lo a cada dia para continuar carregando o fardo de ser orgulhosa, extremamente carente e infeliz.
É como se eu tivesse que me auto punir, diariamente e ser a imagem do fracasso, da derrota e da infelicidade. Esta é quem tenho sido. Alguém que ainda não se descobriu, não se conhece e está toda quebrada, como disse a Vera. Aliás, muito bem colocado.