Eu, como filha – O papel da minha mãe

Viviane Freitas

  • 2
  • Mai
  • 2022

Eu, como filha – O papel da minha mãe

  • 2
  • Mai
  • 2022

Bem, para quem não me conhece, vou me apresentar e contar um pouco da minha história. Meu nome é Viviane, nasci com lábio leporino e palato fendido. Hoje quero falar sobre o papel essencial da minha mãe, diante de tudo o que tive que enfrentar nesta vida.

Passei por várias cirurgias, terapias, médicos e dentistas para ajustar o problema com o qual eu nasci. Minha mãe teve de passar por todos esses processos, sem entender muito do assunto, e sozinha foi resolvendo cada questão.

A cada dia ela foi se aplicando para entender e, principalmente, não via nada como um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, minha mãe enfrentava todas as palavras negativas com a fé e seu apego a Deus.

Do outro lado da cena estava meu pai, sempre trabalhando muito. Mas a minha mãe mantinha tudo sobre o controle, sem levar preocupações para ele e fazendo de tudo para que ele tivesse paz no trabalho – o ganho de almas.

Minha mãe é aquela mulher que está sempre de bom humor. Ela é calma, pacífica, carinhosa, presente… mesmo diante das dificuldades. Quando eu era criança, às vezes eu via meu pai pela manhã, e ele sempre beijava e apreciava muito a minha mãe.

Toda a família tinha nela um apoio. Para mim, como filha, a sua presença sempre foi essencial, especialmente nos momentos mais difíceis da minha vida, quando eu era levada à mesa de cirurgia.

Muitas vezes, me lembro de estender os meus braços, chorando, porque eu não queria ficar sem ela. E ela se fazia de forte diante dos meus olhos.

Veja como é necessário que a mãe seja sábia! Porque sendo assim, além de enfrentar os problemas, ela também se mantém bem diante de todos os que estão ao redor dela, como seu marido e filhos.

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