Sobre mim
Eu, Viviane Freitas, nasci no Rio de Janeiro, Brasil com Lábio Leporino e Palato Fendido, e isso gerou dentro de mim muitos traumas e inseguranças durante a minha infância e adolescência. Cresci num lar cheio de carinho e amor, aonde tinha um pai e uma mãe muito unidos, e isso refletiu-se em nossa família. Tivemos toda a ternura que uma mãe pode dar, mas isso não me livrou de descobrir que o mundo não era essa maravilha que eu tinha em casa. Ainda muito novinha, comecei a viver um tormento em minha vida. Em casa, eu era completamente feliz, mas ao ter que enfrentar um mundo cruel de fora, passei a ser triste, amarga e oprimida; fui discriminada, atacada por todos os tipos de palavras cruéis que uma criança pode ouvir. Os meus conflitos internos passaram a ser evidentes no meu comportamento.
Além disso, ao lado do meu marido, Júlio Freitas, mesmo juntos fazendo a Obra de Deus, passámos por adaptações ao longo dos nossos anos de casados e essas experiências fizeram-nos amadurecer. Essas situações marcaram muito a minha vida e ensinaram-me grandes lições. Com tudo isso tive que aprender a superar os meus conflitos externos e internos; tive que me encontrar, confrontar a mim mesma e tudo isso por conta própria.
Esse foi o principal motivo que fez surgir o meu Blog, pois o intuito do mesmo é compartilhar com todos os internautas as experiências que vivi ao longo da minha vida, mas sobretudo como superei cada uma delas.
Aqui no meu Blog você conhecerá mais detalhadamente cada uma dessas histórias. Tenho a certeza que se identificará e se surpreenderá com os meus relatos pessoais. A coragem de abrir o meu diário a você, internauta, é para lhe mostrar que assim como você tem, eu também tive os meus conflitos e inseguranças, mas aprendi o uso de uma fé inteligente, e com isso descobri os meus direitos. Tornei-me uma mulher original, forte e com a minha própria personalidade, e é exatamente isso que quero levá-la a se tornar.
Fora isso, sempre compartilho através dos meus áudios mensagens de auxílio de uma fé inteligente para a sua vida espiritual.
Fique à vontade para navegar por todo o Blog e compartilhe comigo, através dos seus comentários, o que a tem ajudado.
Nos vemos no próximo post. Na fé!
Raniele de lima
Março 12, 2015 às 11:44
Muito forte uma experiência inexplicável…
Elizangela Suzart
Março 11, 2015 às 20:59
D .Viviane boa tarde
Muito forte amei a postarem e aprendi muito é mais uma experiência que vou levar para minha vida espiritual no meu dia a dia
Que Deus abençoe a senhora grandemente
Daniele Silva
Março 11, 2015 às 20:14
Dona Vivi Muito Bom Os Post Deus Abençoe a Sr maise mais .
solange
Março 11, 2015 às 3:55
Muito bacana esse post,me percebi certas coisas que não estava vendo.
Priscila Marcondes
Março 10, 2015 às 12:06
Dn Vivi,amei ler esse estudo acima,pois realmente,com o tempo na igreja,acabamos deixando de lado certas coisas,e esquecendo que nós temos que ser uma oferta sempre agradavel a Deus,porque o simples fato de fazer não é mais importante do que sermos para Deus. Qaundo li esse estudo,percebi que muitas coisas ainda preciso mudar. Obrigada
Joana Freire Xavier Da Barca
Março 1, 2015 às 20:27
Dna Viviane, li e irei reler com mais calma…
Sabe ,detesto ler… As suas palavsaotxtaosaotao mples que no final do texto vejo a extensao de palavras que li.
Precisava era de voce por dia a me orientar, porque a respeito das ofertas, ou melhor dizendo, das coisas em que me proponho fazer tentando me desafiar, eu anulo—as sem me aperceber. Parece que quando me proponho a algo acontece de tudo, desde sono sem explicacao ,a … Nem sei direito, basiesquecopegassem, como se pegassem numa borracha e apagassem tudo… Lembro depois mas horas mais tarde.
Fico a sentir—me falsa, ou algo parecido. estou quase ano na Igreja e ja sei quais as ferramentas para me aproximar de Deus… Ou acho que sei…
Ha momentos que me custa fazer as vontades de Deus… Por perguica… Ou por achar, que como pedidos de outras pessoas, nao me vaosaovaorvir de nada.
Neste preciso momento estou a pensar que qualquer palavra em resposta sua —apesar de gostar das suas palavras— vaociar uma necessidade de algi qnaovaoalgiem eu entendo…
Por favor, ainda assim me falem algo… Preciso de uma palavra.