Quarentena – 1º dia
- 17
- Dez
- 2012
“Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra,
igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído.” (Lc.1:1-4)
Muitas pessoas atentam – e falam sobre – fatos que viram, ou ouviram, não sendo, contudo, algo que tenham “acurado”, se certificado ou averiguado… Não o fizeram de forma “inteletual”, mas simplesmente ouviram e aceitaram. Não se aprofundaram ou dedicaram a entender a raiz de cada situação.
“…depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem…”
Repare na importância: A maioria não se interessa por discernir a origem dos “milagres” ou das “transformações”, mas apenas almeja conhecer os resultados.
E isto não passa de emoção, pois tudo o que é rápido é apenas consequência da fé emotiva, e não da prática da fé inteligente, que se esforça para tudo “apurar”, desde a sua origem.
E quando assim não é… pode reparar: Tudo é superficial! Nada na vida é profundo, consistente ou baseado na Verdade. Apenas se vive de acordo com aquilo que os outros falam, e não do que flui do seu interior…
“…uma exposição em ordem…”
A disciplina é algo racional, totalmente oposta à emoção, pois vai contra a nossa própria “vontade”. Resultado disto, é a plena certeza das verdades em que temos sido instruídos, que se refletem num discurso coerente e avivado, e em atitudes firmadas nessa convicção interior.
A falta desta plena certeza justifica a derrota de muitos cristãos: Quando falam, fazem-no de forma insegura, como se tivessem de cumprir uma obrigação; agem de acordo com uma fé “religiosa”. Precisamente, porque não vivem na disciplina; na ordem, deixando de averiguar a raiz dos seus problemas.
Quando alguém se aprofunda no conhecimento da Verdade, e se disciplina na prática da mesma, torna-se, assim, uma pessoa segura e com resultados positivos na sua vida.
E isto é algo interior… Que nos permite ser firmes em qualquer momento e sob quaisquer circunstâncias.
O interesse genuíno de conhecer a Verdade, e não apenas obter o conhecimento ou a interpretação de uma História, permite-nos ser vitoriosas a cada dia.
Não apenas falamos, mas vivemos o que cremos! Este é o nosso principal foco.
Por isso, é importante averiguar os fatos; conferir acerca das Verdades que tem ouvido. Se tem dúvida, insegurança, medo ou timidez, é porque a sua vida tem sido gerida por uma fé emotiva.
Em que é que tem baseado a sua vida? Será que tem sido em algo Verdadeiro, disciplinado, ou em algo “oco”; vazio; sem sustento e equilíbrio?
Talita Nascimento
Março 9, 2013 às 13:47
Boa tarde Dª Viviane e DªLuisa
O que foi falado me chamou profunda atenção, porque era assim que eu agia em minha vida, muitas vezes orei sem pensar parecendo uma metralhadora, repetia aleatoriamente apenas palavra bonitas, porém sem vida, muitas das vezes até na hora de falar. Tive analizando e vi que estava sendo religiosa e emotiva , mas agora vejo que tenho que agir com a cabeça,com a razão e tenho que ser diciplinada vi que falta isso da minha parte !Pois as coisas de Deus não se faz de qualquer maneira! E a cada dia mais vou melhorando e aprendendo!
Obrigada, beijos
Marta Ribeiro (CES Porto)
Março 8, 2013 às 18:20
Querida Vivi, querida Luísa,
Obrigado.
Hoje eu reiniciei a minha quarentena, para detetar a infeção que está dentro de mim… Quero estar disponível para colocar em prática cada segredo, para aprofundar-me na Palavra, para poder colocar em prática. Ver a raiz de cada facto. A minha vida tem de ser avivada e necessita de me uma verdadeira disciplina, de uma ordem, para que se reflita a plena certeza das verdades em que sou instruída.
Cátia Matos
Março 8, 2013 às 14:15
Boa tarde Dª Viviane,
Esta semana comecei a ouvir a quarentena e de facto apercebi me de determinadas coisas que estavam a acontecer comigo e com a minha fé e que eu não estava a ver.
Através desta quarentena “relembrei” que a fé inteligente faz pensar, se ouvimos algo (até mesmo um pensamento), 1º temos que analisar, usar a Fé inteligente… Não basta ouvir e fazer, mas sim usar o raciocínio para não ser algo automático, religioso.
E isso me faz ver que acontece muito isso, muitos falam de Deus, mas de que adianta falar Dele e não o conhecer de facto?
Eu achei muito forte mesmo a parte em que Lucas fala:
” …depois de haver investigado tudo cuidadosamente desde o começo, pareceu-me bem, excelentíssimo Teófilo, dar-te por escrito uma narração em ordem, que para que conheças a verdade das coisas em que foste instruído.”
Lucas 1:3-4
Ou seja conhecer/apurar a verdade só é possível quando a vivemos, quando tais promessas sucedem connosco!
Cátia Matos
MADALENA MARIO
Março 7, 2013 às 18:16
BOA TARDE DONA VIVIANE E DONA LUISA. HOJE DEI INICIO A QUARENTENA ,CONFESSO QUE QUANDO COMECEI A FAZER A QUARENTENA COM A ESPOSA ,DEIXEI PASSAR MUITAS COISAS .POR QUE NAO ENTENTIA NANDA ,E NEM IMAGENAVA O QUE EU ESTAVA APERDER. SE NOS NAO TEMOS UMA DISCIPLINA COM DEUUS ,VEVEMOS SEM BASE,SEM REGRAS . A FE EMOTIVA ´E COMO CONTRUIR UM CASTELO NA AREIA , E QUANDO A MARE SUBIR TUDO SERA DESTRUIDO. ASSIM E A FE EMOTIVA . EXISTE UMA APARENCIA ,UM MOMENTO POREM ESSE MOMENTO E PASSAGEIRO E QUANDO VIER A ONDA QUE NESTE CAUSO E A TRIBULAÇAO,OS PROBLEMAS ESSA PESSOA NAO TERA FORÇAS PARA SUPERAR.. PORQUE ELA NAO TEM ESSE BASE FORTE PARA SEGURAR. ESTA BASE E A FE EM DEUS .ASSIM TEMO QUE SER .MUITO OBRIGADA POR ESTA OPORTUNIDADE
claudia
Março 7, 2013 às 17:05
ola D. Viviane é a primeira vez que assisto e o que me marcou foi o “viver” porque se nós não vivemos aquilo que fazemos então nunca vamos conseguir realmente ser originais
Alésia
Março 7, 2013 às 7:52
Bom dia 😀
Este é o meu primeiro dia na Quarentena, e já neste começo duas coisas chamaram a minha atenção: a disciplina e a raiz dos nossos problemas. A disciplina porque, para ser sincera esta é a terceira vez que inicio a Quarentena e eu só me perguntava o porquê de não conseguir fazer as coisas até ao fim… E a resposta estava mesmo aí, não havia disciplina ou seja, eu não era capaz de “fixar o meu espirito” sobre aquilo que ia me fortalecer, faltava organização, atenção e submissão.
A outra coisa que me chamou a atenção foi a raiz dos problemas, porque se já me faltava domínio próprio e não queria aceitar isso, como poderia eu aceitar que os meus problemas tiveram origem em algum “podre” que ainda tenho guardado?
Então, nesta Quarentena pretendo conhecer-me ainda mais…