OBREIRA QUE QUER O ALTAR!
- 24
- Set
- 2015
Nestes dias conversava com uma obreira que deseja o ALTAR, que quer ser esposa de um pastor…
Vi nos seus olhos o anseio enquanto falava. Entretanto, no meio da conversa, fiz uma observação para que ela pensasse realmente na seriedade do seu objetivo. Ao que lhe perguntei: “Tens a noção de que há uma diferença muito grande entre o QUERER e SER o ALTAR?”
Muitas querem e desejam o ALTAR, pois DELE receberam uma mudança de vida, uma palavra que trouxe a solução para os seus dilemas. Por essas e outras razões é que almejam o ALTAR, mas não pela razão certa, que é SER o próprio ALTAR.
Dizer que quero e desejo o ALTAR não muda nada na minha vida, e não faz qualquer diferença, pois são apenas palavras, mas eu provo que realmente esse é o meu objetivo, quando o meu SER é Um com DEUS, quando eu e o ALTAR somos Um!
Eu sou o ALTAR quando há “VIOLÊNCIA” contra o meu “eu”.
Se as minhas vontades predominam; se tenho um génio forte; se sou sentimental ao ponto de me abater com qualquer chamada de atenção; se tenho sonhos e ambições pessoais para satisfação dos meus interesses; se tenho impulsos, defesas e reservas, então não SOU o ALTAR!
Se realmente é uma Obreira que tem o objetivo de SER o ALTAR e não apenas QUERER o ALTAR, remova imediatamente tudo o que a impede, sobretudo o maior de todos os obstáculos: O “eu” (egoísmo).
Aproveite o Jejum de Daniel e faça o que tem que ser feito para SER o ALTAR.
Patrícia Maciel
Setembro 24, 2015 às 14:54
Bom dia dona Luisa, quando abrimos mão das nossas vontades, renunciamos nosso eu, deixando de lado sentimento e resentimentos, Deus nos capacita para fazer Sua obra, para assim ser o Altar!
Amanda Lopez
Setembro 24, 2015 às 14:36
O jeito mais simples de saber se a pessoa realmente é o Altar é analisar as suas próprias atitudes, pois estas falam mais fortes do que as suas palavras e o seu desejo de querer servi-lo.
Ser o próprio Altar não é para curiosos, é para pessoas que estão definidas a matar o seu próprio eu em prol de servir a Deus.
Vanessa
Setembro 24, 2015 às 14:36
Olá D.Luisa,
Essa é a grande diferença, uma coisa é querer a Obra e outra é estar consciente que a Obra começa dentro de nos, começa vencendo a luta que é travada no interior a cada instante, contra o nosso eu.
O Altar é lugar santo, separado, assim temos que ser separadas do nosso próprio jeito, das nossas próprias capacidades, separadas do nosso “mundinho”, separadas das nossas limitações e sensibilidades.
O Altar é atento ao que é depositado ali, assim temos que ser atentas á oferta que temos sido.
Ivanilda Correia-Cabo Verde
Setembro 24, 2015 às 14:34
Essa é a grande diferença querer e ser.
Querer é fácil, mas Ser é a parte que exige de mim, muito sacrifício, renúncia e disposição.
Não ter vontades próprias, obedecer a todos sem olhar a quem e principalmente estar no centro da vontade de Deus.
Neide Ribeiro
Setembro 24, 2015 às 14:17
Muito forte!
Tem que existir uma consciência do que se espera quando se toma uma decisão e servir no altar reflecte-se na base de ser o próprio altar, que significa viver em constante sacrifício.
O que vale ter a vontade e desejo sem estar proarada para viver em constante sacrifício?
Muito esclarecedor.
Joyce Holanda
Setembro 24, 2015 às 14:08
Boa tarde, Luísa.
É forte a grande diferença, entre querer e ser o altar!
Pois esse desejo vai além do altar físico que vemos na igreja que frequentamos, ela começa quando não aceitamos alimentar o nosso eu, ela acontece, quando esmurramos o nosso ego, o nosso jeito. Pois tem pessoas que se apega ao seu génio, e ainda tem coragem de dizer que isso faz parte, e ainda tolera esse ego.
Por isso Luísa, quem estar no altar, o primeiro passo é estar disposta a renunciar o seu eu de verdade, e isso não é só com os lábios, mas é praticado de forma natural, no seu dia a dia.
Por isso Deus disse:
“pois é Deus quem produz em vós tanto o querer como o realizar, de acordo com sua boa vontade.”
Filipenses 2.13
Temos que analisar, se isso é um desejo que nasceu de uma emoção, ou se realmente foi Deus quem colocou.
Beijinhos 🙂