Obreira escrava
- 30
- Abr
- 2015
Hoje gostaria de dividir com todas as obreiras um pouco da minha história bem resumida, só para que perceba algo muito profundo e sério.
Durante alguns anos da minha vida, sobretudo na minha adolescência, fui escrava dos vícios. Vivi aprisionada ao submundo das drogas, injetava heroína e cocaína. Tive de facto um passado marcado pelos complexos de inferioridade, pela timidez, e para fugir desses sentimentos, refugiei-me na droga. Foram anos de muita escravidão!
Quando cheguei à Igreja Universal, fui completamente livre dos vícios. Logo no primeiro dia a minha vida tomou outro rumo. Foi lindo o que Deus fez comigo… Ele libertou-me de toda a prisão da toxicodependência e passei a ser outra mulher. Um dia conto com mais detalhes o meu viver.
Mas onde pretendo chegar com o meu testemunho? Pois talvez diga: É maravilhosa a sua vida Luisa, no entanto, eu nunca passei por isso, e qual a ligação que tem comigo que já sou obreira e liberta?
Calma! Só preciso que entenda este raciocínio e pense comigo:
Deus libertou-me dos vicios e com certeza você também foi liberta de algo. Porém, existe algo do qual cumpre a nós mesmas nos libertarmos, através do uso da fé inteligente: O SENTIMENTO!
Não existe maior escravidão do que a escravidão dos sentimentos. Vivi escrava durante 6 anos das drogas, mas vivi muitos mais anos presa aos sentimentos, de orgulho (resistência), de carência de aceitação, entre outros, que são consequências desses, porque é uma bola de neve. Mesmo sendo obreira e até esposa de pastor, vi-me aprisionada a esses “malditos”, que fazem a vida da pessoa num inferno.
O artigo de hoje é para que analise bem essa realidade, pois os sentimentos vêm para todos, mas se você é dominada e controlada por eles, então é escrava e não livre!
Você é escrava quando:
- Necessita da aprovação de terceiros;
- É timida;
- Resistente;
- Quer tudo do seu jeito;
- Serve para agradar a terceiros, etc,
A lista é grande. Por favor pense nisso e comece a usar a cabeça e não o seu coração. Quando os sentimentos vierem, pense o quanto é escrava e volte-se para Deus e para o seu objetivo. O seu objetivo não é agradar a Deus? Então contrarie a sua vontade e faça o que é justo! É justo quando ouço a Voz de Deus e a pratico e não a voz do meu eu!
Desculpe o tamanho do post de hoje, mas quero que aconteça na sua vida o que aconteceu na minha.
Gostaria de ler o seu comentário sobre o que escrevemos aqui.
ju
Abril 30, 2015 às 22:35
Bom me identifiquei com alguns itens. Mas ñ desisto d querer agradar a Deus.Qro o querer de Deus. ..
caroline santos
Abril 30, 2015 às 22:16
o post falou-me a alma pois estou passando por isso. Obrigada d.luiza
caroline santos
Abril 30, 2015 às 22:15
Tenho vivido exatamente isso,as vezes certas situações causam em mim uma ansiedade e reajo pelo sentimento ,mas me arrependo depois ,mas fica no meu pensamento…..preciso viver pela minha fé urgentemente
Fua Nuanela
Abril 30, 2015 às 21:16
O sentimento algo que consegue derrubar a nossa vida no piscar de olhos se não estivermos atentos. Quando nos deixamos dominar pelos sentimentos ficamos pressa, escravas, mas escravas de quem? De nos mesmos porque o sentimento esta dentro de cada pessoa.
Milaine Brittes
Abril 30, 2015 às 20:40
Isso faz a gente pensar e ver se não estamos cometendo o mesmo, sinceramente é uma guerra , pois os sentimentos sempre nos cercam, sempre vem, eu achei interessante quando a senhora disse sentimento de aceitação, eu não fico procurando ser aceita , até mesmo tomando atitudes por causa disso, mas este sentimento vem,e porque as vezes na minha cabeça não tenho que estar naquele grupo, o que vou falar, to por fora do assunto, então fico no meu canto; mas tenho que vencer. Eu creio!
Luciana Fragoso
Abril 30, 2015 às 20:38
Boa Tarde, Dona Luisa
Temos uma luta constante dentro do nosso eu e somos tentadas pelos nosso pensamentos mais como a sra mesmo disse se o alimentarmos seremos escravas deles ainda que tenhamos sido libertas curadas mais se não nos libertamos do nosso eu continuaremos sendo escravas. Muito forte seu testemunho. Obrigada!