Obreira, como está o seu olhar?

Luisa Teixeira

  • 28
  • Nov
  • 2013

Obreira, como está o seu olhar?

  • 28
  • Nov
  • 2013

Provérbios 6:16-19


“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”.

Vou escrever sobre este assunto, que é uma realidade em nosso meio, até porque nada do que está escrito é por acaso. A palavra de Deus é luz para iluminar as “nossas” trevas; revela o que está em oculto e até o que nós mesmas desconhecemos que há no nosso interior. É uma espada cortante que divide alma e espírito, razão e sentimento.

A pergunta que faço é a seguinte: Será que não está a aborrecer a Deus com os seus olhos? Como é a forma que olha a sua outra companheira de guerra?

Olhos altivos é uma expressão que vem de altivez, sendo uma das particularidades mais relevantes de uma pessoa arrogante. “Olhos altivos” é sinónimo de “olhos orgulhosos”. Diante desta definição, talvez diga para si mesma: “Mas eu não sou altiva e nem arrogante”, e logo se coloca de fora desta mensagem. Mas, minha cara obreira, já ensinei várias vezes que não devemos ser precipitadas, e que não custa nada fazer uma avaliação de si mesma.

Vamos então, averiguar na prática, como são esses olhos altivos:

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  • Quando olha para a outra obreira e se vê melhor do que ela, mais capacitada para assumir certas responsabilidades;
  • Quando se vê como a mais espiritual, a que mais faz, a que mais presente está dentro da igreja;
  • Quando olha com olhar de reprovação para alguém com quem pensa que não se identifica.

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Por favor, pare e pense como tem sido o seu olhar, a forma como tem olhado para quem a rodeia, faça um exame rigoroso e não se deixe enganar, pensando que não precisa desse cuidado. Esteja atenta aos seus olhos, seja vigilante nesse aspecto, pois de maneira subtil, muitos têm sido enganados pelo seu próprio orgulho, de não querer avaliar o seu estado, e por esse motivo, é que vêm a naufragar na fé, pois não se guardaram, não se preveniram e o pior é que ficam doentes, sem que haja cura.

Assim como o nosso corpo físico necessita de observância regular para o despiste de doenças, também o nosso “corpo espiritual” tem necessidade – e muito mais cautelosa – de fazer um chek-up intensivo e constante. Não pode ser esporádico, mas permanente!

Na semana que vem vou dar continuidade a mais um aspeto que Deus aborrece.

Gostaria de ler o seu comentário sincero e verdadeiro, sobre o artigo de hoje.

Um abraço,

 

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