Olá D. Viviane
Sou muito competitiva e tenho mau perder. A senhora falou uma coisa que chamou muito a minha atenção: Sou competitiva quando não estou no Espírito.
Recentemente descobri que grande parte das coisas que faço é com a intenção de alimentar o meu ego e chamar a atenção. Não me orgulho nem um pouco disso. Até porque é meio chato estar sempre preocupada em agradar e estar a altura. Por outro lado vejo-me uma pessoa flexivél, reconheço que é um grande problema que preciso resolver e já estou a colocar em prática as orientações que me foram dadas para o vencer.
Na fé.
Durante muito tempo fui resistente a opiniões que me davam sobre mim, e sempre vinham os pensamentos, no fundo as desculpas, de que as pessoas à minha volta não entendiam os meus problemas. Acabava vivendo uma fé emotiva que me levava a ter pena de mim própria e a não resolver o verdadeiro problema que era ir ao meu interior, avaliar os meus comportamentos e atitudes e lutar por uma transformação. Hoje sei que essas desculpas são o orgulho disfarçado, que luta dentro de mim para satisfazer o meu ego, a vaidade e me impedir de fazer uma entrega sincera a Deus. Há algum tempo atrás decidi investir na transformação do meu interior, e aceitei ser ajudada para ser trabalhada de dentro para fora, aprendi a importância de quebrar dentro de mim as resistências e a falta de flexibilidade de que a Dna Viviane fala. É um processo, não acontece de um dia para o outro,mas hoje já aceito o que me falam para me auxiliarem a corrigir os meus erros e a ser melhor para Deus. É um trabalho que eu tenho de me dispor a fazer e que exige que eu negue a minha vontade e me corrija com novas atitudes, mas é o único caminho que me leva à libertação e transformação do meu interior. Me ajudou muito compreender nas suas palavras, Dna Viviane que eu tenho de ser como uma criança que se submete e se humilha, que aceita a correção para aprender a agradar a Deus, e que só quando eu sou essa criança eu estou preparada para receber o SENHOR Jesus. Obrigada.
A veces nos envolvemos con los problemas de este mundo, y olvidamos de ser como niños, olvidamos de humillarnos para pedir perdón de nuestros errores, nos volvemos personas totalmente diferentes de lo que fuimos, me ayudo a reflexionar, que debo volver a ser como niño, limpio.
O orgulho é o problema de muitos dentro da igreja,temos que reconhecer que não somos nada e ser humildes,justos,puros e flexíveis para assim chegar ao reino dos Céus.
Percebo o quão orgulhosa venho sendo antes de parar e refletir nesse áudio, D. Vivi. Uma criança não tem problema em aprender com outros que errou e assumir isso. Esse é o Espírito tornando-se excelente.
Cátia Silva - Cantanhede
Dezembro 31, 2015 às 19:27
Olá D. Viviane
Sou muito competitiva e tenho mau perder. A senhora falou uma coisa que chamou muito a minha atenção: Sou competitiva quando não estou no Espírito.
Recentemente descobri que grande parte das coisas que faço é com a intenção de alimentar o meu ego e chamar a atenção. Não me orgulho nem um pouco disso. Até porque é meio chato estar sempre preocupada em agradar e estar a altura. Por outro lado vejo-me uma pessoa flexivél, reconheço que é um grande problema que preciso resolver e já estou a colocar em prática as orientações que me foram dadas para o vencer.
Na fé.
Anabela Frazão - Leiria
Dezembro 31, 2015 às 16:30
Durante muito tempo fui resistente a opiniões que me davam sobre mim, e sempre vinham os pensamentos, no fundo as desculpas, de que as pessoas à minha volta não entendiam os meus problemas. Acabava vivendo uma fé emotiva que me levava a ter pena de mim própria e a não resolver o verdadeiro problema que era ir ao meu interior, avaliar os meus comportamentos e atitudes e lutar por uma transformação. Hoje sei que essas desculpas são o orgulho disfarçado, que luta dentro de mim para satisfazer o meu ego, a vaidade e me impedir de fazer uma entrega sincera a Deus. Há algum tempo atrás decidi investir na transformação do meu interior, e aceitei ser ajudada para ser trabalhada de dentro para fora, aprendi a importância de quebrar dentro de mim as resistências e a falta de flexibilidade de que a Dna Viviane fala. É um processo, não acontece de um dia para o outro,mas hoje já aceito o que me falam para me auxiliarem a corrigir os meus erros e a ser melhor para Deus. É um trabalho que eu tenho de me dispor a fazer e que exige que eu negue a minha vontade e me corrija com novas atitudes, mas é o único caminho que me leva à libertação e transformação do meu interior. Me ajudou muito compreender nas suas palavras, Dna Viviane que eu tenho de ser como uma criança que se submete e se humilha, que aceita a correção para aprender a agradar a Deus, e que só quando eu sou essa criança eu estou preparada para receber o SENHOR Jesus. Obrigada.
rocio
Dezembro 31, 2015 às 1:45
A veces nos envolvemos con los problemas de este mundo, y olvidamos de ser como niños, olvidamos de humillarnos para pedir perdón de nuestros errores, nos volvemos personas totalmente diferentes de lo que fuimos, me ayudo a reflexionar, que debo volver a ser como niño, limpio.
Patricia
Dezembro 30, 2015 às 22:51
O orgulho é o problema de muitos dentro da igreja,temos que reconhecer que não somos nada e ser humildes,justos,puros e flexíveis para assim chegar ao reino dos Céus.
Fernanda
Dezembro 30, 2015 às 19:20
Percebo o quão orgulhosa venho sendo antes de parar e refletir nesse áudio, D. Vivi. Uma criança não tem problema em aprender com outros que errou e assumir isso. Esse é o Espírito tornando-se excelente.
talita
Dezembro 30, 2015 às 18:29
muito forte dona Viviane