Olá, Sra. Freitas. Se alguém me perguntasse qual palavra me definia, na época que mais priorizava o meu orgulho, a palavra seria: Baú. Porque naquela época guardava todos os traumas, todas as palavras ofensivas e muito mais que fizera de mim uma jovem frustrada e insegura. E isso tudo porque nunca comuniquei, nem ao menos as pessoas que próximas de mim. Vivia como se fosse invisível. Agradeço por cada áudio, pois tem me ajudado a ser uma amiga melhor para mim mesmo.
Meu nome é Lilian, estou em Anapolis, Goiás!
Gostaria muito de agradece a senhora, que cuidado é esse, que coisa mais linda, admiro demais a senhora, a dona Cris, a dona Nanda, e etc, pelo cuidado que tem a gente, eu sempre tive vontade de ajudar outras meninas, na igreja dava conselhos, passava propósitos, ajudava, porém eu não havia me ajudado ainda, faltava eu me conhecer, conhecia as outras meninas, conhecia os problemas delas, fazia o possível para tentar ajudar, mas nem sempre conseguia porque faltava eu me resolver, comecei a ouvir os áudios da senhora tem menos de uma semana, mas consegui me transformar de uma forma, sabe, me rasguei escrevendo da minha infância e respondendo uma a uma as perguntas que a senhora fez nos áudios anteriores, com isso passei a conhecer, a perceber coisas que não percebia antes, raízes que havia deixado passar, o problema que eu fujo é da emoção, Sou muito emotiva e estou lutando contra isso, quero mudar e a senhora está me ajudando demais, como gostaria de agradecer pessoalmente ou que pelo menos visse meu comentário, pois graças aos posts eu parei de olhar tudo que aconteceu de ruim comigo como algo só para me derrubar, agora vejo como algo para me fortalecer, me amadurecer e para que um dia assim como a senhora e a dona Cris, ajudar mulheres a se resolverem, a se descobrirem, dar exemplo de quem eu era e de quem estou me tornando! Mais uma vez obrigada!
Oi D.Viviane amei esse áudio sobre comunicação, eu sou como a sra disse que eu espero que as pessoas “adivinhem” as coisas sobre mim, eu sou muito objetiva, se eu preciso resolver ou fazer algo eu vou lá e faço e pronto vou embora, tenho dificuldades em me expressar, em fazer novas amizades pelo meu jeito fechado, não sou mal educada com as pessoas, mas eu não consigo manter um vínculo com elas. Tenho procurado sair da minha zona de conforto e esse áudio concerteza me ajudou bastante.
Boa noite dn Viviane,
O audio não demorou rs, estão sendo aprendizados fundamentais para minha vida. Tenho descoberto muito sobre mim, a raiz de meus problemas interiores.
Descobri agora que deixei de ser comunicativa por me comparar com outras pessoas, principalmente meu irmão, que é mais descontraido, comunicativo, então as pessoas sempre faziam comparações entre eu e ele. Acabei aceitando aqueles palavras, não tenho sido original. Faço muito por todos, estou sempre procurando estar fazendo alguma coisa para não mostrar quem realmente sou.
Mais quero muito e vou mudar, o que for preciso fazer estou disposta, por que preciso ser diferente e este ano de 2016 será o ano da minha mudança, que o problema seja arrando pela raiz.
Olá dona Vivi, realmente não tenho sido comunicativa em quase nada. Não sou comunicativa com a minha família, principalmente minha irmã. Ela tenta de todas as formas me fazer falar sobre os problemas que tenho enfrentado interiormente, no trabalho e em casa, mas não consigo, não me sinto à vontade. Na igreja não consigo falar sobre meus problemas com ninguém. Sou como a Sra falou: converso sobre bobagens, coisas do cotidiano, mas falar sobre mim e os meus problemas, nada. No trabalho não costumo falar, pois tenho medo de falar algo errado e passar vergonha. Já que sou crack em passar vergonha. Quando estou no meio do pessoal da FJU fico caladinha no meu canto e é muito difícil alguém arrancar uma palavra de mim, na verdade sou só sorrisos. Fico sorrindo de tudo para ocupar o vácuo das palavras. Não tenho amigas fora do âmbito da igreja por esse motivo. Eu realmente vivo num mundo fechado onde só existe eu e meus livros porque como não gosto de falar em público me fecho na leitura. Mas quero mudar isso e sei que vou através dos seus áudios. Que a propósito todos tem sido como feitos à mim. Beijinhos ?
Ola boa tarde D.Viviane, o áudio que eu acabei de ouvir parece que a senhora estava a falar de mim,eu também não sou muito de conversa,eu vivia uma infância traumatizada, não vivia com os meus pais, morrava com a minha tia, ela tinha medo de me deixar sozinha, ela controlava tudo, os meus amigos, com quem eu conversava etc,para estava a proteger me, ela me proibia de brincar com as minhas amigas,ela dizia que, elas são más influência, a minha rotina era escola, casa.
Eu não saia de casa, chorava muito, por ver as minhas amigas brincando eu não podia estar com elas.
Eu só saiade casa para fazer compras, ir a escola e também saia acompanhada,
Hoje tenho 24 anos vivo com a minha mãe, hoje eu me vejo a mesma pessoa,eu vivia presa, pensando que as pessoas são más influência, acabei por continuar isolada,eu não consigo ser uma pessoa comunicativa, para mim escrever para senhora, está a me custar muito, já ouvi muitos comentários das pessoas dizendo que eu não falo,as vezes eu tento, mais não sai nada, não sei como colocar a conversa em dia,.D.Viviane me ajude,porque
eu quero vencer isso. Bjs ? ?
Jamile Bacelar
Janeiro 3, 2016 às 2:40
Olá, Sra. Freitas. Se alguém me perguntasse qual palavra me definia, na época que mais priorizava o meu orgulho, a palavra seria: Baú. Porque naquela época guardava todos os traumas, todas as palavras ofensivas e muito mais que fizera de mim uma jovem frustrada e insegura. E isso tudo porque nunca comuniquei, nem ao menos as pessoas que próximas de mim. Vivia como se fosse invisível. Agradeço por cada áudio, pois tem me ajudado a ser uma amiga melhor para mim mesmo.
Lilian - GO
Janeiro 2, 2016 às 19:32
Meu nome é Lilian, estou em Anapolis, Goiás!
Gostaria muito de agradece a senhora, que cuidado é esse, que coisa mais linda, admiro demais a senhora, a dona Cris, a dona Nanda, e etc, pelo cuidado que tem a gente, eu sempre tive vontade de ajudar outras meninas, na igreja dava conselhos, passava propósitos, ajudava, porém eu não havia me ajudado ainda, faltava eu me conhecer, conhecia as outras meninas, conhecia os problemas delas, fazia o possível para tentar ajudar, mas nem sempre conseguia porque faltava eu me resolver, comecei a ouvir os áudios da senhora tem menos de uma semana, mas consegui me transformar de uma forma, sabe, me rasguei escrevendo da minha infância e respondendo uma a uma as perguntas que a senhora fez nos áudios anteriores, com isso passei a conhecer, a perceber coisas que não percebia antes, raízes que havia deixado passar, o problema que eu fujo é da emoção, Sou muito emotiva e estou lutando contra isso, quero mudar e a senhora está me ajudando demais, como gostaria de agradecer pessoalmente ou que pelo menos visse meu comentário, pois graças aos posts eu parei de olhar tudo que aconteceu de ruim comigo como algo só para me derrubar, agora vejo como algo para me fortalecer, me amadurecer e para que um dia assim como a senhora e a dona Cris, ajudar mulheres a se resolverem, a se descobrirem, dar exemplo de quem eu era e de quem estou me tornando! Mais uma vez obrigada!
Mariana
Janeiro 2, 2016 às 14:04
Oi D.Viviane amei esse áudio sobre comunicação, eu sou como a sra disse que eu espero que as pessoas “adivinhem” as coisas sobre mim, eu sou muito objetiva, se eu preciso resolver ou fazer algo eu vou lá e faço e pronto vou embora, tenho dificuldades em me expressar, em fazer novas amizades pelo meu jeito fechado, não sou mal educada com as pessoas, mas eu não consigo manter um vínculo com elas. Tenho procurado sair da minha zona de conforto e esse áudio concerteza me ajudou bastante.
Bruna
Janeiro 2, 2016 às 0:10
Boa noite dn Viviane,
O audio não demorou rs, estão sendo aprendizados fundamentais para minha vida. Tenho descoberto muito sobre mim, a raiz de meus problemas interiores.
Descobri agora que deixei de ser comunicativa por me comparar com outras pessoas, principalmente meu irmão, que é mais descontraido, comunicativo, então as pessoas sempre faziam comparações entre eu e ele. Acabei aceitando aqueles palavras, não tenho sido original. Faço muito por todos, estou sempre procurando estar fazendo alguma coisa para não mostrar quem realmente sou.
Mais quero muito e vou mudar, o que for preciso fazer estou disposta, por que preciso ser diferente e este ano de 2016 será o ano da minha mudança, que o problema seja arrando pela raiz.
Que Deus abençoe muito,
Obrigada
Fernanda Silva
Dezembro 31, 2015 às 20:46
Olá dona Vivi, realmente não tenho sido comunicativa em quase nada. Não sou comunicativa com a minha família, principalmente minha irmã. Ela tenta de todas as formas me fazer falar sobre os problemas que tenho enfrentado interiormente, no trabalho e em casa, mas não consigo, não me sinto à vontade. Na igreja não consigo falar sobre meus problemas com ninguém. Sou como a Sra falou: converso sobre bobagens, coisas do cotidiano, mas falar sobre mim e os meus problemas, nada. No trabalho não costumo falar, pois tenho medo de falar algo errado e passar vergonha. Já que sou crack em passar vergonha. Quando estou no meio do pessoal da FJU fico caladinha no meu canto e é muito difícil alguém arrancar uma palavra de mim, na verdade sou só sorrisos. Fico sorrindo de tudo para ocupar o vácuo das palavras. Não tenho amigas fora do âmbito da igreja por esse motivo. Eu realmente vivo num mundo fechado onde só existe eu e meus livros porque como não gosto de falar em público me fecho na leitura. Mas quero mudar isso e sei que vou através dos seus áudios. Que a propósito todos tem sido como feitos à mim. Beijinhos ?
Aniza
Dezembro 31, 2015 às 16:17
Ola boa tarde D.Viviane, o áudio que eu acabei de ouvir parece que a senhora estava a falar de mim,eu também não sou muito de conversa,eu vivia uma infância traumatizada, não vivia com os meus pais, morrava com a minha tia, ela tinha medo de me deixar sozinha, ela controlava tudo, os meus amigos, com quem eu conversava etc,para estava a proteger me, ela me proibia de brincar com as minhas amigas,ela dizia que, elas são más influência, a minha rotina era escola, casa.
Eu não saia de casa, chorava muito, por ver as minhas amigas brincando eu não podia estar com elas.
Eu só saiade casa para fazer compras, ir a escola e também saia acompanhada,
Hoje tenho 24 anos vivo com a minha mãe, hoje eu me vejo a mesma pessoa,eu vivia presa, pensando que as pessoas são más influência, acabei por continuar isolada,eu não consigo ser uma pessoa comunicativa, para mim escrever para senhora, está a me custar muito, já ouvi muitos comentários das pessoas dizendo que eu não falo,as vezes eu tento, mais não sai nada, não sei como colocar a conversa em dia,.D.Viviane me ajude,porque
eu quero vencer isso. Bjs ? ?