Oi boa noite sou do Brasil da cidade de São Paulo. Dona Vivi tenho medo de me expressar em público de falar o que realmente , eu queria falar o que eu penso . Porque eu não sei me expressar . As vezes me expresso e as pessoas me entendem mau. Não tenho paciência em algumas coisas . Entre outras coisas. Um abraço !
Boa noite D.Viviane eu sou uma pessoa medrosa,insegura,fraca,angustiada e tudo o que falou neste áudio tem a ver comigo,preciso que me ajude a ser diferente.
boa noite dn vivi .e cm muito prazer que escrevo meu comentario,sou obreira que sirvo ao senhor jesus,na minha igreja gracas a DEUS nao tenho problemas com nenhuma obreira porque sirvo a DEUS em horarios diferentes ,mas tenho uma obreira que somos muito amigas e conversamos muito das nossos assuntos e nos ajudamos uma a outra mas a assuntos que me fala e eu nao concordo mas respeito a ideia dela ,e ela comigo igual somos sinceras uma com a outra quando nao concorda-mos com certos asssuntos nossos nos aconselhamos uma a outra ,e ja vao uns anos gracas a DEUS muito obrigada pelos audios tanto do jejum que a pouco tempo acabamos DEUS ABENCOE MAIS EMAIS
Eu: Fujo que as pessoas saibam a minha opinião ou reclamação, tenho sempre a serteza que se eu expor a minha insatisfação vou sair o mau da estoria ou a coitadinha. Eu sei que sou muito insegura e não quero passar isso pra ninguem, perfiro fingir que sou segura de mim mesma. É a vergonha de ter esse sentimento porque já estou á anos na igreja tenho á 4 anos o Espirito Santo e não venci essa insegurança ainda. Eu sei que Deus pode tudo, mas eu ainda não me venci.
Minha infancia:
Escrevendo esta resposta a sima vejo um link com o fato de ser molestada sexualmente aos 10 anos e quando a minha mãe descobrio 2 anos depois, o meu padrasto pos a culpa em mim. Ele ja era muito violento com a minha mãe, e sempre me ameaçava se eu contasse algo. Tinha medo que ele matasse a minha mãe se ela descobrisse e o impedisse de continuar com esse comportamento comigo. Ele foi o grande amor da vida dela, eu não a tinha visto tão feliz com o meu pai e não queria estragar a sua alegria, mesmo que ele fosse violento ela tentava convence-lo a se tratar.
Até hoje que tenho 32 anos ela evita falar no que passou, eu falo e ela escuta e por aí fica.
(Isso é uma das coisas que mais me marcaram na minha infancia)
Buenas tardes D. Vivi
Me llamo María Clemencia y le escribo desde España.
He escrito en un cuaderno especial para mi amiga, he escrito en el mismo a que tengo miedo.
Hace 8 años atrás, antes de conocer la iglesia, pasé por una injusticia donde como consecuencia me quitaron a mis dos hijas, y para no extenderme mucho, a día de hoy continúan bajo custodia del gobierno en un centro de menores, donde solo nos dejan verlas cada 6 semanas.
Como consecuencia de esto mi hija la mayor no quiere vernos, solo podemos ver a la menor…
El problema que tengo desde entonces es que tengo miedo de hablar, cuando voy a hacer la visita a mi hija, me trabo, no puedo ser natural delante de las cuidadoras sociales, tengo miedo, hasta tal punto de sonrojarme al hablar delante de ellos, pues la visita debe estar todo el tiempo supervisada por servicios sociales.
Arrastro este problema desde que padecí esta injusticia, y no se como vencer este miedo, como usar la fe pues hasta dentro de la iglesia estoy paralizada y no se como reaccionar para revertir esta situación.
He sido orientada, pero la verdad al salir de la iglesia continuo quedándome “parada” “inmovilizada” delante de esta situación pues ese miedo me domina y no se como vencerlo.
Si ve mi comentario, dígame por favor como empezar a actuar para vencer este pasado que sigue estando presente cada segundo en mi vida.
Muchas gracias por el tiempo que dedica a las almas.
Un saludo desde España.
Boa noite D.Viviane , eu fujo de falar , de ter uma conversa com a minha avó porque quando eu era mais pequena , minha mãe se prostituia e então minha avó dizia que eu ia ser como minha mãe foi e ela sempre me rebaixou e então eu evito as vezes de falar com ela porque penso que ela me vai tratar mal ou não falar comigo .
Tatiana Figueira , Madeira , Funchal 1
Naiane Reis
Novembro 9, 2015 às 0:04
Oi boa noite sou do Brasil da cidade de São Paulo. Dona Vivi tenho medo de me expressar em público de falar o que realmente , eu queria falar o que eu penso . Porque eu não sei me expressar . As vezes me expresso e as pessoas me entendem mau. Não tenho paciência em algumas coisas . Entre outras coisas. Um abraço !
sonia rosas
Novembro 8, 2015 às 22:39
Boa noite D.Viviane eu sou uma pessoa medrosa,insegura,fraca,angustiada e tudo o que falou neste áudio tem a ver comigo,preciso que me ajude a ser diferente.
lucilia siva
Novembro 8, 2015 às 21:54
boa noite dn vivi .e cm muito prazer que escrevo meu comentario,sou obreira que sirvo ao senhor jesus,na minha igreja gracas a DEUS nao tenho problemas com nenhuma obreira porque sirvo a DEUS em horarios diferentes ,mas tenho uma obreira que somos muito amigas e conversamos muito das nossos assuntos e nos ajudamos uma a outra mas a assuntos que me fala e eu nao concordo mas respeito a ideia dela ,e ela comigo igual somos sinceras uma com a outra quando nao concorda-mos com certos asssuntos nossos nos aconselhamos uma a outra ,e ja vao uns anos gracas a DEUS muito obrigada pelos audios tanto do jejum que a pouco tempo acabamos DEUS ABENCOE MAIS EMAIS
Veronica
Novembro 8, 2015 às 21:08
Eu: Fujo que as pessoas saibam a minha opinião ou reclamação, tenho sempre a serteza que se eu expor a minha insatisfação vou sair o mau da estoria ou a coitadinha. Eu sei que sou muito insegura e não quero passar isso pra ninguem, perfiro fingir que sou segura de mim mesma. É a vergonha de ter esse sentimento porque já estou á anos na igreja tenho á 4 anos o Espirito Santo e não venci essa insegurança ainda. Eu sei que Deus pode tudo, mas eu ainda não me venci.
Minha infancia:
Escrevendo esta resposta a sima vejo um link com o fato de ser molestada sexualmente aos 10 anos e quando a minha mãe descobrio 2 anos depois, o meu padrasto pos a culpa em mim. Ele ja era muito violento com a minha mãe, e sempre me ameaçava se eu contasse algo. Tinha medo que ele matasse a minha mãe se ela descobrisse e o impedisse de continuar com esse comportamento comigo. Ele foi o grande amor da vida dela, eu não a tinha visto tão feliz com o meu pai e não queria estragar a sua alegria, mesmo que ele fosse violento ela tentava convence-lo a se tratar.
Até hoje que tenho 32 anos ela evita falar no que passou, eu falo e ela escuta e por aí fica.
(Isso é uma das coisas que mais me marcaram na minha infancia)
Hollanda
Maria Clemencia
Novembro 8, 2015 às 18:23
Buenas tardes D. Vivi
Me llamo María Clemencia y le escribo desde España.
He escrito en un cuaderno especial para mi amiga, he escrito en el mismo a que tengo miedo.
Hace 8 años atrás, antes de conocer la iglesia, pasé por una injusticia donde como consecuencia me quitaron a mis dos hijas, y para no extenderme mucho, a día de hoy continúan bajo custodia del gobierno en un centro de menores, donde solo nos dejan verlas cada 6 semanas.
Como consecuencia de esto mi hija la mayor no quiere vernos, solo podemos ver a la menor…
El problema que tengo desde entonces es que tengo miedo de hablar, cuando voy a hacer la visita a mi hija, me trabo, no puedo ser natural delante de las cuidadoras sociales, tengo miedo, hasta tal punto de sonrojarme al hablar delante de ellos, pues la visita debe estar todo el tiempo supervisada por servicios sociales.
Arrastro este problema desde que padecí esta injusticia, y no se como vencer este miedo, como usar la fe pues hasta dentro de la iglesia estoy paralizada y no se como reaccionar para revertir esta situación.
He sido orientada, pero la verdad al salir de la iglesia continuo quedándome “parada” “inmovilizada” delante de esta situación pues ese miedo me domina y no se como vencerlo.
Si ve mi comentario, dígame por favor como empezar a actuar para vencer este pasado que sigue estando presente cada segundo en mi vida.
Muchas gracias por el tiempo que dedica a las almas.
Un saludo desde España.
Tatiana Figueira
Novembro 8, 2015 às 0:22
Boa noite D.Viviane , eu fujo de falar , de ter uma conversa com a minha avó porque quando eu era mais pequena , minha mãe se prostituia e então minha avó dizia que eu ia ser como minha mãe foi e ela sempre me rebaixou e então eu evito as vezes de falar com ela porque penso que ela me vai tratar mal ou não falar comigo .
Tatiana Figueira , Madeira , Funchal 1