Minha Amiga: Nº1 – Como é a amiga?

Viviane Freitas

  • 14
  • Out
  • 2015

Minha Amiga : Nº1 – Como é a amiga?

  • 14
  • Out
  • 2015

Acompanhe a continuação deste tema na próxima quarta-feira…

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1.378 comentários

    BEM O PROBLEMA QUE EU FUJO É QUE SOU MUITO TÍMIDA EU MUITA DAS VEZES NÃO SEI ME EXPRESSAR DEVIDO A UM PROBLEMA FÍSICO QUE EU TENHO .

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    Veio fugindo ultimamente do “peso do titulo”
    Fazem sou ex obr, me separei do meu esposo que ja foi pr aux… e trago no peito o peso desses titulos, tento fugir pq me faz mal, me deixa triste tudo isso… nao é culpa minha que ele saiu do altar, do atrio e ate da igreja! Eu to buscando, to lutando…

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    Boa tarde. Achei hoje esta postagem e me interessei. Me interessei mais ainda por que nunca encontrei quem se interessasse por mim, em como sou ou estou por dentro. Por mais que eu procure ajudar, aconselhar, ou seja, ser boa com as pessoas e me interessar por como elas estão por dentro (inclusive tento conseguir cursar minha faculdade de Psicologia por descobrir o inestimável valor de ouvir as pessoas) e acompanhá-las, não recebo isso de volta e tenho que (ainda bem!) que confiar na passagem onde Deus diz que ainda que uma mãe que amamenta esqueça do filho, todavia, Ele não esquecerá. Vou procurar providenciar um caderno para levar este compromisso a sério. Reconheço que preciso disso.
    Toda minha vida, desde a infância, tenho fugido da violência de pessoas que me invejam por eu insistir em fazer minhas coisas com prazer, carinho, compromisso, responsabilidade, sempre pensando que tenho que fazer o melhor, ou tudo, com temor a Deus. Tanto é que sempre rejeitei ódio e mágoa, não importando o tamanho do prejuízo que alguém me deu.
    Logicamente, não sou perfeita e já cometi falhas, mas sempre tive humildade de pedir perdão, e valorizar as boas relações com as pessoas. Mas pessoas com autoridade sobre minha vida fazem de erros pequenos coisas enormes, ou até inventam erros só para me perseguir. E, engraçado, que quando cometi erros grandes, essas mesmas pessoas se calaram, como se aprovassem. Mas quando lutei contra meus pecados… Mas hoje sou adulta, e vejo que minhas muitas fugas não me livraram da violência, e destruiram meu crescimento financeiro. Tento não pensar para não me entristecer, me ocupo mais e mais, e me esforço para, enfim, mudar esse quadro e avançar. E nessa de avançar, estas pessoas violentas ajem como Jesabel, instigando pessoas que eu amo e que me amam, contra mim. minha luta tem sido para não perder o foco, pois ficar sozinha é mais dolorido do que ter ter poucas condições financeiras, ao menos pra mim.
    Sou do Rio de Janeiro, RJ.

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    Olá, sou a Ana Beatriz, tenho 20 anos e moro em Belford Roxo, RJ.

    Não sei se é tarde pra responder, mas tenho pontos que me chamaram atenção.
    Eu fui uma moça/jovem muito insegura e tudo isso tem a ver com o meu passado.
    A minha infância foi marcada por tristeza e medo. Eu não tinha um lar equilibrado, por mais que tivesse pais eu não tinha refúgio, nem me sentia protegida.
    Por conta de agressões físicas e verbais que eu sofria da parte da minha mãe, eu me sentia ameaçada por tudo e todos.
    E por ela me odiar (naquela época) ela não me dava brechas pra momentos felizes.
    Meu medo principal era minha mãe, mas eu tive outros:
    * Medo de sorrir: ela sempre fazia uma cara brava e de descontentamento quando me via sendo elogiada ou paparicada por alguém, então meu sorriso desmanchava na hora.
    * Medo de falar: eu falava gaguejando e nunca podia ter uma opinião formada porque ela distorcia tudo de uma forma diferente.
    Até meus 15 anos fui uma menina insegura e boba.
    Mas criei em mim coragem.
    No início minha intrepidez era pra fazer coisas erradas; O olhar da minha mãe não me atemorizava mais, minha fala era de uma pessoa totalmente segura de si e cheia de princípios. Princípios errados.
    Minha mãe já tinha me pedido perdão, tinha se convertido, já era obreira, mas eu não a via como mulher de Deus. Eu só via a palavra vingança. Eu queria me vingar dela, o que parece bobo de se ler.
    A chateei de diversas formas. Até que eu cheguei no meu fundo de poço e busquei ajuda.
    Hoje, transformada, liberta dos meus traumas, eu tenho segurança. A verdadeira segurança. Eu não tenho quem me atemorize ou me ameace, nem contenho meu sorriso ( que é muito bonito por sinal ), hoje eu tenho paz.

    Uso minha segurança, intrepidez e coragem pra fazer o que é justo sem remoer o passado.
    O Espírito de Deus habita em mim.

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    Olá D Vivi, falo do Rio de Janeiro. Os problemas que sempre fujo são familiares e no meu emocional.

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    Boa noite… Eu percebi neste áudio, que ainda fujo de algumas situações, inclusive familiares.

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