Meu medo surgiu a partir de decepções acumuladas ao longo da vida, depois que me converti tenho mais facilidade todavia, ainda não me considero ainda uma pessoa aberta… Minha maior dificuldade é falar sobre minha vida pessoal, não sou introvertida, porém não tenho facilidade em confiar a fundo nas pessoas.
Me chamo Lislane, moro em Salvador/BA.
Ouvindo o áudio veio a tona muitas coisas na minha memória de infância e atual.
Eu fujo de estar em ambientes com muitas pessoas. Fujo de amizades…
Olá Dona Viviane!
Meu nome é Regiane Silva, sou brasileira e moro no carregado-Portugal. Reflectir sobre tudo que disseste e, , percebi que sou tímida, , tenho medo de falar com as pessoas e ser maltratda. Mas vejo também que com suas dicas e conselhos, sei que conseguirei superar todas essas dificuldades.
Que Deus lhe abençoe.
Ola me chamo Bruna, sou da cidade de matao. Bom sou da IURD, tenho enfrentado muitas lutas mas a maior delas são conflitos interiores. Sabe são palavras que familiares falam para mim. São atitudes que ficam marcada em mim. E tenho sabe lutado para vencer esses pensamentos afrontas essas humilhações que passo não é sempre. Mas passo!
Sempre tenho cuidado para não sujar meu coração.
Olá dna. Cristiane, meu nome é Sheila e moro no Paraná – Brasil. Refletindo sobre o que pediu, posso dizer que fujo da violência, ignorância e mentira, pois dentre outros estes foram os que mais marcaram na minha vida.
Que Deus abençoe a senhora
Quando foi pedido para escrevermos sobre a nossa infância fiz batota. Não quis confrontar com o que passei de mal, cresci a ignorar esse problema que surgiu. Eu achava que já estava tudo resolvido em mim (mentira), ainda não tinha revelado este acontecimento ninguém. Guardava dentro de mim este peso enorme, como estava tão habituada a senti-lo nem incomodava. Até que quando reuni-me com a esposa que está a acompanhar-me no rush, disse-me que teria de ir até Deus e perceber porque é que ainda estava tão cheia e remover a pedra que persistia em ficar.
Chegou a hora de contar a dívida (que é o meu testemunho), agradeço a Ele por ser tão bom e cuidar de mim.
A minha infância foi muito atribulada, o meu irmão muito cedo foi diagnosticado com um tumor na cabeça, lembro-me das andanças de cá e para lá nos hospitais. Via o meu a ser bruto com a minha e a media que ía crescendo sentia uma mágoa enorme dele. Além disso fui molestada por um parente com os meus 4 ou 5 anos, na mesma altura por não ter noção das coisas fiz o mesmo com outra pessoa (do qual pedi perdão). Até então quando perdi a totalidade da inocência é que vi que era errado. Cresci com isto dentro de mim guardado ninguém sabia. Até que esta semana contei à minha mãe que alívio. Sofri com medo de tudo, principalmente do escuro, tinha pesadelos todas as noites, não sabia o que era ter paz, cheguei ao ponto de odiar-me a mim e a todos que rodeavam apesar de não demonstrar. Por conta dos pesadelos tinha insónias e ainda via vultos sentia presenças a chegarem perto de mim, ou alguém a deitar-se do meu lado. Vivia atormentada só conseguia-me sentir-me segura ao lado da minha. Todas as noites acordava e ía para o quarto dos meus pais. Ah e tinha pensamentos suicidas. Conto aqui o meu passado porque sempre tive vergonha de contá-lo hoje graças a Deus, estou livre desses traumas e percebi que faz bem falar, quero que seja o meu testemunho de superação e não a minha vergonha.
Guilhermina de Oliveira
Abril 26, 2016 às 16:48
Meu medo surgiu a partir de decepções acumuladas ao longo da vida, depois que me converti tenho mais facilidade todavia, ainda não me considero ainda uma pessoa aberta… Minha maior dificuldade é falar sobre minha vida pessoal, não sou introvertida, porém não tenho facilidade em confiar a fundo nas pessoas.
Lislane
Abril 25, 2016 às 18:08
Me chamo Lislane, moro em Salvador/BA.
Ouvindo o áudio veio a tona muitas coisas na minha memória de infância e atual.
Eu fujo de estar em ambientes com muitas pessoas. Fujo de amizades…
Regiane Silva
Abril 25, 2016 às 0:50
Olá Dona Viviane!
Meu nome é Regiane Silva, sou brasileira e moro no carregado-Portugal. Reflectir sobre tudo que disseste e, , percebi que sou tímida, , tenho medo de falar com as pessoas e ser maltratda. Mas vejo também que com suas dicas e conselhos, sei que conseguirei superar todas essas dificuldades.
Que Deus lhe abençoe.
Bruna
Abril 25, 2016 às 0:49
Ola me chamo Bruna, sou da cidade de matao. Bom sou da IURD, tenho enfrentado muitas lutas mas a maior delas são conflitos interiores. Sabe são palavras que familiares falam para mim. São atitudes que ficam marcada em mim. E tenho sabe lutado para vencer esses pensamentos afrontas essas humilhações que passo não é sempre. Mas passo!
Sempre tenho cuidado para não sujar meu coração.
Sheila Lima
Abril 24, 2016 às 20:10
Olá dna. Cristiane, meu nome é Sheila e moro no Paraná – Brasil. Refletindo sobre o que pediu, posso dizer que fujo da violência, ignorância e mentira, pois dentre outros estes foram os que mais marcaram na minha vida.
Que Deus abençoe a senhora
Cristiana Andrade
Abril 23, 2016 às 19:59
Boa tarde D.Viviane.
Quando foi pedido para escrevermos sobre a nossa infância fiz batota. Não quis confrontar com o que passei de mal, cresci a ignorar esse problema que surgiu. Eu achava que já estava tudo resolvido em mim (mentira), ainda não tinha revelado este acontecimento ninguém. Guardava dentro de mim este peso enorme, como estava tão habituada a senti-lo nem incomodava. Até que quando reuni-me com a esposa que está a acompanhar-me no rush, disse-me que teria de ir até Deus e perceber porque é que ainda estava tão cheia e remover a pedra que persistia em ficar.
Chegou a hora de contar a dívida (que é o meu testemunho), agradeço a Ele por ser tão bom e cuidar de mim.
A minha infância foi muito atribulada, o meu irmão muito cedo foi diagnosticado com um tumor na cabeça, lembro-me das andanças de cá e para lá nos hospitais. Via o meu a ser bruto com a minha e a media que ía crescendo sentia uma mágoa enorme dele. Além disso fui molestada por um parente com os meus 4 ou 5 anos, na mesma altura por não ter noção das coisas fiz o mesmo com outra pessoa (do qual pedi perdão). Até então quando perdi a totalidade da inocência é que vi que era errado. Cresci com isto dentro de mim guardado ninguém sabia. Até que esta semana contei à minha mãe que alívio. Sofri com medo de tudo, principalmente do escuro, tinha pesadelos todas as noites, não sabia o que era ter paz, cheguei ao ponto de odiar-me a mim e a todos que rodeavam apesar de não demonstrar. Por conta dos pesadelos tinha insónias e ainda via vultos sentia presenças a chegarem perto de mim, ou alguém a deitar-se do meu lado. Vivia atormentada só conseguia-me sentir-me segura ao lado da minha. Todas as noites acordava e ía para o quarto dos meus pais. Ah e tinha pensamentos suicidas. Conto aqui o meu passado porque sempre tive vergonha de contá-lo hoje graças a Deus, estou livre desses traumas e percebi que faz bem falar, quero que seja o meu testemunho de superação e não a minha vergonha.