Oi dona vivi sou Nereide de espírito santo do pinhal,olha eu fugo muito da minha família PIS tenho medo e um ciúmes tremendo deles pois sempre fui a sertinha mais agora escutando o áudio da senhora vi o que tenho visto a muito tempo que sou eu o problema me ajuda a repara esses meu erros obg
Boa noite Dn Viviane!
Já ouvi algumas vezes este áudio, mas só hoje estou a comentar e a participar de forma ativa e fiel.
Penso que uma das coisas que eu fujo é precisamente pensar em perguntas como esta e ir à raíz da questão para tentar perceber o porquê de certas coisas… porque a descoberta é dolorosa, e é mais difícil ainda expor esses erros.
Outro problema é falar com alguém sobre um erro ou comportamento errado que teve, quando se tratam de pessoas que estão “acima” de mim, em relação a idade, tempo de Obra, experiência de vida… porque das vezes que o fiz percebi que as pessoas agiam de forma diferente comigo a partir dali, então ficou essa barreira e o pensamento “o que ela vai pensar ou como ela vai reagir se eu fizer isso?”.
Eu quero ser a minha melhor e primeira amiga, e por isso irei priorizar a minha alma estando ligada e participativa em tudo o que me vai ajudar a ser melhor como mulher, para mim mesma, e para Deus!
Um grande abraço!
Olá Dª Viviane, sou Helena e vivo em Oeiras.
Apesar de já ter ouvido os audios da minha amiga, que tocam nas feridas, só hoje decidi escrever de que problemas eu fujo e porquê.
Eu fujo do convívio das pessoas de forma geral, por causa da minha insegurança e complexo de inferioridade.
Quem me vê diz que sou exatamente o contrário!
No pouco tempo de convívio faço um enorme esforço para ser “normal”, mas estou sempre ansiosa para “fugir” dali e ir para o meu refugio, minha casa.
Gostava de conhecer a origem deste comportamento, sou assim desde que me conheço!
A minha defesa transforma-se em complexo de superioridade, é uma forma inconsciente de me defender da insegurança, para não me verem insegura, mostro exatamente o contrário, que sou independente e autónoma e não preciso de …. o que me torna algo agressiva no convívio em geral.
Confesso que é um comportamento “estúpido” não encontro palavra que melhor defina, mas eu luto contra isto, desde sempre, só eu e Deus sabemos como sofro por viver assim.
Não desisto de lutar, porque sei que um dia vou mudar!
Obrigado por partilhar as suas lutas e vitórias e o cuidado e atenção que tem connosco, com o objetivo de nos ajudar a vencer também as nossas lutas e assim nos tornarmos melhores pessoas.
Boa noite D. Viviane,
Tenho fugido de situações que me levam a ter que desagradar familiares e colegas na universidade por conta da minha fé, e por vezes, até evito estar com eles para que não surjam essas situações, tudo para não ter que ouvir aquela típica pergunta: “mas porque não fazes isto?” Mas enfim, é algo que já estou a trabalhar, a enfrentar e a assumir.
Deus abençoe mais e mais!
Olá, Boa tarde,
Os problemas que eu mais fujo são quando vem a tona alguma coisa que eu fiz no passado de errado, tenho medo de enfrenta-la e eu sempre fujo quando percebo que certas conversas terminaram naquilo que não quero. Ou quando vem algum assunto relacionado a vida sentimental eu também fujo bastante acho que fiquei um pouco traumatizada por conta de quando eu era pequena me proibirem sobre namorar e coisas do tipo. Que eu me lembre no momento são apenas isso.
Buenos dias Senora Viviani, resido en Barcelona y quuero contarle a breves rasgos un poco de lo que realmente mw marco en mi ninez, fui violada cuando tenia cinco anos por un amigo de mi padre, y mis padre no se entero hasta un poco antes de morir que fue hace ya 7 años, cuando tenia 24 anos se lo conte a mi madre y ella no me creyo me dijo que yo me habia dejado tocar por algun hombre, siempre intente agradar a mi madre para que me diera un poco de carino y pensaba que hablando siempre bien de mi hermano mayor por el cual ella tenia preferencia lo iba a lograr, hasta que un dia ella me dijo que por mi rebeldia ella no me queria,por eso ella sentia hacia mi coraje y fue otra de las cosas que tambien me marco, a parte de eso mis padres entregaron como mujer a mi hermana a un sacerdote y no lo supe hasta cuando tuve 22 anos , porque aunque veia muchas cosas no lo entendia, y fue un dia que le confese a mi hermana lo quw me habia sucedido, porque mi hermana se entero que yo no era nina porque siempre sufria de enfermedades vaginales y no podia curarme y no sabia porque fue cuando el medico que ella me llevo le dijo que yo no era niña y que tenia que enviarme un medicamento que solo las mujeres con esposo se aplicaban, fue enronces que le confese a mi hermana y ella me confeso todo, qye ella fue violada por mi padre , con eso vine arrastrando por mu hos años, hasta que Dios pudo limpiar todo wl resentimiento que yo tenia hacia mis padres y mas hacia mi madre por no habernos cuidado
Nereide
Dezembro 2, 2015 às 11:01
Oi dona vivi sou Nereide de espírito santo do pinhal,olha eu fugo muito da minha família PIS tenho medo e um ciúmes tremendo deles pois sempre fui a sertinha mais agora escutando o áudio da senhora vi o que tenho visto a muito tempo que sou eu o problema me ajuda a repara esses meu erros obg
Teresa Malecama - I Coimbra
Dezembro 1, 2015 às 23:05
Boa noite Dn Viviane!
Já ouvi algumas vezes este áudio, mas só hoje estou a comentar e a participar de forma ativa e fiel.
Penso que uma das coisas que eu fujo é precisamente pensar em perguntas como esta e ir à raíz da questão para tentar perceber o porquê de certas coisas… porque a descoberta é dolorosa, e é mais difícil ainda expor esses erros.
Outro problema é falar com alguém sobre um erro ou comportamento errado que teve, quando se tratam de pessoas que estão “acima” de mim, em relação a idade, tempo de Obra, experiência de vida… porque das vezes que o fiz percebi que as pessoas agiam de forma diferente comigo a partir dali, então ficou essa barreira e o pensamento “o que ela vai pensar ou como ela vai reagir se eu fizer isso?”.
Eu quero ser a minha melhor e primeira amiga, e por isso irei priorizar a minha alma estando ligada e participativa em tudo o que me vai ajudar a ser melhor como mulher, para mim mesma, e para Deus!
Um grande abraço!
Helena Faria
Dezembro 1, 2015 às 22:01
Olá Dª Viviane, sou Helena e vivo em Oeiras.
Apesar de já ter ouvido os audios da minha amiga, que tocam nas feridas, só hoje decidi escrever de que problemas eu fujo e porquê.
Eu fujo do convívio das pessoas de forma geral, por causa da minha insegurança e complexo de inferioridade.
Quem me vê diz que sou exatamente o contrário!
No pouco tempo de convívio faço um enorme esforço para ser “normal”, mas estou sempre ansiosa para “fugir” dali e ir para o meu refugio, minha casa.
Gostava de conhecer a origem deste comportamento, sou assim desde que me conheço!
A minha defesa transforma-se em complexo de superioridade, é uma forma inconsciente de me defender da insegurança, para não me verem insegura, mostro exatamente o contrário, que sou independente e autónoma e não preciso de …. o que me torna algo agressiva no convívio em geral.
Confesso que é um comportamento “estúpido” não encontro palavra que melhor defina, mas eu luto contra isto, desde sempre, só eu e Deus sabemos como sofro por viver assim.
Não desisto de lutar, porque sei que um dia vou mudar!
Obrigado por partilhar as suas lutas e vitórias e o cuidado e atenção que tem connosco, com o objetivo de nos ajudar a vencer também as nossas lutas e assim nos tornarmos melhores pessoas.
Daniela Silva - I Coimbra
Dezembro 1, 2015 às 21:45
Boa noite D. Viviane,
Tenho fugido de situações que me levam a ter que desagradar familiares e colegas na universidade por conta da minha fé, e por vezes, até evito estar com eles para que não surjam essas situações, tudo para não ter que ouvir aquela típica pergunta: “mas porque não fazes isto?” Mas enfim, é algo que já estou a trabalhar, a enfrentar e a assumir.
Deus abençoe mais e mais!
Thais Naiara
Dezembro 1, 2015 às 16:16
Olá, Boa tarde,
Os problemas que eu mais fujo são quando vem a tona alguma coisa que eu fiz no passado de errado, tenho medo de enfrenta-la e eu sempre fujo quando percebo que certas conversas terminaram naquilo que não quero. Ou quando vem algum assunto relacionado a vida sentimental eu também fujo bastante acho que fiquei um pouco traumatizada por conta de quando eu era pequena me proibirem sobre namorar e coisas do tipo. Que eu me lembre no momento são apenas isso.
flor
Dezembro 1, 2015 às 10:58
Buenos dias Senora Viviani, resido en Barcelona y quuero contarle a breves rasgos un poco de lo que realmente mw marco en mi ninez, fui violada cuando tenia cinco anos por un amigo de mi padre, y mis padre no se entero hasta un poco antes de morir que fue hace ya 7 años, cuando tenia 24 anos se lo conte a mi madre y ella no me creyo me dijo que yo me habia dejado tocar por algun hombre, siempre intente agradar a mi madre para que me diera un poco de carino y pensaba que hablando siempre bien de mi hermano mayor por el cual ella tenia preferencia lo iba a lograr, hasta que un dia ella me dijo que por mi rebeldia ella no me queria,por eso ella sentia hacia mi coraje y fue otra de las cosas que tambien me marco, a parte de eso mis padres entregaron como mujer a mi hermana a un sacerdote y no lo supe hasta cuando tuve 22 anos , porque aunque veia muchas cosas no lo entendia, y fue un dia que le confese a mi hermana lo quw me habia sucedido, porque mi hermana se entero que yo no era nina porque siempre sufria de enfermedades vaginales y no podia curarme y no sabia porque fue cuando el medico que ella me llevo le dijo que yo no era niña y que tenia que enviarme un medicamento que solo las mujeres con esposo se aplicaban, fue enronces que le confese a mi hermana y ella me confeso todo, qye ella fue violada por mi padre , con eso vine arrastrando por mu hos años, hasta que Dios pudo limpiar todo wl resentimiento que yo tenia hacia mis padres y mas hacia mi madre por no habernos cuidado