Encontro com Deus
- 27
- Jun
- 2015
” Olá D. Viviane,
gostaria de saber como a senhora teve seu encontro com Deus?“
-Suzana Vieira
Olá Internauta Suzana.
É com muita alegria e satisfação que falo do meu encontro com Deus.
Aos 15 anos de idade mudei para São Paulo, estava a viver em Nova York e era convencida. Vou contar um pouco do passado resumido para que entenda como foi o meu encontro.
Quando morava em Nova York, ia à igreja todas as 4ª feiras e domingos. Mas 6ª feira era o pior dia da semana para mim, e porquê? Porque tinha ainda 6ª feira, sábado e domingo que não veria o rapaz que eu gostava, que era da escola. Esse rapaz era popular e eu já gostava dele há 3 anos, mas nunca me tinha aproximado ou revelado tão nitidamente que havia interesse. Eu tinha muito zelo pelas orientações que os meus pais me davam. Sabia que se eu desobedecesse não seria feliz. Mas a minha carne não deixava de “curtir” aquele rapaz, mesmo não fazendo nada a respeito.
Eu era uma menina “certinha“. Não tinha amigas na escola, e as “desprezadas” era com quem eu me ajuntava para não ficar só. Mas nem as “desprezadas” me queriam, pois não agia conforme o mundo e nem era entregue a Deus. Pelo contrário, curtia e amava aquela vida de “namoro platónico”. Olhava quando ele estava distraído e não quando dava para se perceber. Era essa vida frustrante que vivia.
Em casa eu entrava em um pedaço de céu. Mas ao mesmo tempo, era oca por dentro. Pensava eu, que era por falta de namorar e de ter amigas. Mas não era o caso.
Na igreja, chorava em todas as buscas e sentia certo alívio mas a minha vida não mudava. Não saía de lá decidida a resolver a “atração” deste mundo. Pelo contrário, sempre curtia esses momentos de olhar para o rapaz. Vestia-me para atrair mais a atenção dele. E os meus pensamentos giravam em torno dessa paixão. Todas as músicas, todos os momentos a sós, as minhas orações sempre tinham a ver com o rapaz. Pedia a Deus: “Converta fulano”. Era tudo o que eu precisava naquela altura.
Não via o meu vazio. Achava que era normal sentir falta de algo, pois afinal (pensava eu), faltavam-me o namorado e as amigas.
Quando me mudei para São Paulo, eu sai de perto deste rapaz, que na verdade era um ponto muito forte para mim. E foi uma grande oportunidade! No avião, olhei pela janela, e dei o meu “tchau”: “Tchau fulano…”
Eu era triste, mas não se revelava porque apesar de tudo era o tipo de pessoa engraçada para os meus familiares. Então tudo ficava oculto.
Mas faltava algo.
Fui para São Paulo, igreja do Brás, e comecei a decidir realmente largar as minhas vontades. Porém os meus sonhos continuavam ainda em São Paulo. Sonhos noturnos mesmo… Sonhava sempre com o rapaz e vendo as cenas que normalmente faziam parte da minha vida. Até que um dia, me enfadei daqueles sonhos que eu não podia controlar.
Fui à reunião e falei decidida com Deus, que já não queria esse passado:
“Não quero nem sequer sonhar. Ainda que seja sonho, eu não quero. Eu quero o Senhor.”
E ia às reuniões realmente desejosa de me entregar. E foi lá no Brás, que tudo aconteceu.
Em uma reunião, eu vi tudo o que jamais vira até então, pois não fazia nada de “errado”, mas desejava coisas inapropriadas. Vi-me tão pecadora como uma prostituta. Vi o quão suja eu era. Eu estava longe de ser alguém “boa”. Aparentemente não havia problemas, mas quando tive o meu encontro com Deus, eu vi um poço de sujeira.
Ali me derramei, chorei. Senti-me indigna, mas naquele mesmo dia, vi o amor de Deus para comigo. A Sua compaixão. E dali começou a minha entrega. Até que um dia eu fui Batizada com Espírito Santo.
Amiga
Junho 28, 2015 às 1:05
“Eu era triste, mas não se revelava porque apesar de tudo era o tipo de pessoa engraçada para os meus familiares. Então tudo ficava oculto.”
” mas desejava coisas inapropriadas. ”
Essas frases tem muito a ver comigo . Ate hoje isso acontece . È só ficar sozinha que fico ‘curtindo ‘ uma vida .. situações que não existem. Situações que se acontecessem seria muito bom .Me realizo nisso ; apesar da realidade ser totalmente diferente . Sempre achei isso esquisito e mais; tenho a impressão que estou por cima das situações , que as pessoas são inferiores .
Vou imaginando tanto que quando não tem mais nada , vou me sentindo ruim . O que é isso ?
julianis Garcia
Junho 28, 2015 às 0:55
Es claro notar que ella no tuvo un verdadero encuentro con Dios mas aun así ella se indigno con esa situación y le pidió a Dios una respuesta.
julianis Garcia
Junho 28, 2015 às 0:54
Es claro notar que ella tuvo un encuentro con Dios pero no fue completo hay fue cuando ella empezó a indignarse
Joana Barca
Junho 27, 2015 às 22:43
Dna Viviane, seu passado e o caminho na igreja, foi exatamente o meu maior problema, e luta gerando conflitos internos.
Estou já a algum tempo na universal, e tenho certeza da minha aprendizagem, lutas e desafios por que passei, e neste momento, esta Fogueira Santa é especial para mim… Não lhe sei explicar, mas já recebi o incentivo de Deus, agora é sou pegar nas ferramentas certas, e manter—me firme.
Leila
Junho 27, 2015 às 21:37
Dona Viviane não existe nada mais prazeroso do que participar deste amor e muitas vezes trocamos este amor por uma coisa insignificante a nossa carne.
Jeiza
Junho 27, 2015 às 21:08
Como posso saber que realmente tive um encontro com Deus ?