A vida de Jacó – 4º dia
- 28
- Jun
- 2013
Olá a todos, hoje é o 4º Dia que estamos a falar sobre a vida de Jacó.
“Ele foi, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez uma saborosa comida, como o pai dele apreciava.
Depois, tomou Rebeca a melhor roupa de Esaú, seu filho mais velho, roupa que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais novo. Com a pele dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço.” (Gn.27:14-16)
4º Dia – O caráter injusto de Rebeca e Jacó
Quem levou os cabritos até à sua mãe? Jacó! Justamente conforme lhe havia sido orientado, e que representaria um suposto sacrifício. Após tê-lo feito, Jacó foi vestido com a melhor roupa do seu irmão. Ora, se Isaque era cego, qual o significado da melhor roupa? Rebeca tinha consciência que aquilo que apresentassem a Isaque, deveria ser da melhor qualidade: A melhor comida, a melhor roupa, esquecendo-se, contudo, da parte fundamental: A justiça.
O que agrada a Deus é o justo, e não o injusto, e ela estava, à sua maneira, tratando de tudo para que Jacó possuísse a bênção de Isaque. Apresentando tudo da melhor forma, porém, enganosamente.
Quero enfatizar, que o sacrifício pode ser a melhor roupa, a melhor comida, algo que, para si, até tenha qualidade, mas se estiver a enganar, está a apresentar aquilo que é injusto, pois o justo de Deus vive pela fé!
E quando se vive pela fé, engana-se? Dá-se o seu “jeito”? É-se injusto?
NÃO! De forma alguma!
Muitos deixam a desejar, precisamente porque fazem algo injusto, que, mesmo tendo a aparência de perfeito, falha no seu caráter.
E isto para Deus é abominável! Ele não aceita, não responde, e não realiza de forma completa, porque se está apenas a apresentar a parte física.
Era o que Rebeca e Jacó estavam a fazer, cobrindo as mãos com pele de cabritos, para fingir que era Esaú. Que coisa terrível!
Mas sobre o sacrifício, e o que apresentar, abordaremos amanhã.
Hoje, quero deixar clara a consciência que a pessoa tem sobre o sacrifício e o ignorar a parte fundamental, que é o caráter.
Até amanhã.
Mônica Lopes
Junho 29, 2013 às 0:17
É verdade, essa mensagem é muito forte realmente falou comigo…
As vezes muitas pessoas ate se afastam, porque falam que não foram respondidas…
Mas e o Caráter diante de Deus ?
Temos que analisar, como esta nossas vidas com Deus…
E desde já para não perdermos de ser a própria bênção.
Natalia - Oporto
Junho 29, 2013 às 0:06
Y es por eso que no hay la certeza del sacrificio completo y verdadero. Hoy yo me sentí así, lo material estaba dispuesto hasta quedarme en la calle, pero he visto en la convivencia con mi familia que mi carácter no estoy sacrificando y de ahi como se no estuviera haciendo nada.
Estrella Jeanete Chávez Figueredo
Junho 29, 2013 às 0:01
Hola.
Yo estuve sacrificando a mi manera, buscando justicia de manera injusta y eso solo me estaba frustrando, porque no tenía respuesta, ahora voy en frente.
Un saludo.
Paula Marques - Tindiba / RJ
Junho 28, 2013 às 23:46
Olá Dna. Viviane! Não adianta fazer o sacrifício “perfeito” na parte física se o espiritual deixa a desejar, pois o mesmo será rejeitado por Deus. O sacrifício físico mostra para Deus o nosso esforço, fé e determinação de alcançar aquilo que desejamos, porém mais importante ainda para Ele é o sacrifício espiritual, o que somos diante Dele, o nosso caráter. O verdadeiro sacrifício não deixa nada a desejar, pois tanto o físico quanto o espiritual chamam a atenção de Deus e O agradam.
fran
Junho 28, 2013 às 23:29
muito forte realmente Deus quer o que é justo, ontem mesmo estava pensando sobre isso. Deus abomina a injustiça a mentira o engano, não podemos nos chegar até Deus com injustiça, mas sim trazer nossa vida e o nosso sacrifício perfeito com justiça e o nosso Deus aspirar a nossa oferta, ou seja sentir prazer em recebe-la
fran
Junho 28, 2013 às 23:27
muito forte realmente Deus quer o que é justo, ontem mesmo estava pensando sobre isso. Deus abomina a injustiça a mentira o engano, não podemos nos chegar até Deus com injustiça, mas sim trazer nossa vida e o nosso sacrifício perfeito com justiça e o nosso Deus aspirar a nossa oferta, ou seja sentir prazer em recebe-la.