82 – 17º Dia | Ser O Testemunho
- 24
- Jan
- 2017
24 de Janeiro | Terça | João 12.1-3
Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.
Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.
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Olá a todos os internautas. É um prazer estarmos juntos.
Estamos já no 17º Dia dos nossos 100 Dias – Ser o Testemunho – e se você está definida e determinada, tem corrigido a sua maneira de acordar, de viver, e consequentemente, tem divulgado o que Deus tem feito na sua vida, através destes momentos entre você e Deus.
Se tem participado nestas meditações, deve convidar outras pessoas a receberem a vida que você tem recebido. Fale, com mente, sobre aquilo que você era, como se enxergava, como se tem enxergado atualmente e o que tem trazido para a sua vida, de forma prática; quais são os resultados. Participe isto nas redes sociais, fale conscientemente do seu testemunho. Seja você quem for, não se envergonhe do Evangelho, porque se o fizer, é porque se envergonha de Jesus. Fale acerca daquilo que Deus tem feito na sua vida.
Acompanhe comigo no livro de João, capítulo 12, versículo 1:
“Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.
Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.”
Jesus voltou para a família no seio da qual havia feito o grande milagre da ressurreição de Lázaro. E estavam partilhando um momento muito especial, uma ceia, em que Marta servia, Lázaro estava à mesa e Maria tomou do seu perfume, ungindo os pés do Senhor Jesus e enxugando-os com os seus cabelos. E aquela casa teve o cheiro daquele perfume.
O que me chama a atenção aqui, são as três pessoas intervenientes nesta situação, agindo de maneira diferente, mesmo depois do milagre da ressurreição de Lázaro. Marta, por exemplo, servia com algo físico… e você sabe, que tudo aquilo que é físico, serve tanto para mim quanto para outros, mas não especificamente para Deus. Pode fazer muitas coisas fisicamente necessárias, como por exemplo, trabalhar, no entanto, você não o faz para Deus, mas para sobreviver. Você serve à mesa, por exemplo, mas você também vai comer!
O fato de servir, no aspeto físico, não significa que exista algo entre você e Deus. Pode falar a seu respeito, pela forma como você serve, mas não ir além disso.
Ambos, Marta e Lázaro, estavam ali, depois daquele grande milagre… talvez felizes, festejando o que havia ocorrido. Mas Maria não quis apenas festejar, ela quis dar! Dar algo valioso que lhe custou, e que com certeza usaria no seu casamento, para o seu noivo… mas ela decidiu apresentar naquele momento especial, porque aquilo que ela mais queria, não era apenas o milagre.
Ela poderia fazê-lo por Lázaro, pela felicidade de tê-lo novamente ao seu lado, mas não foi o caso! Maria atentou para o Senhor Jesus, porque era isso que ela precisava.
Ao longo do capítulo 11, nós vimos como Maria, Marta e Lázaro reagiam. E você, olhando para a história de cada um, vai reparar que a vida deles “fala” connosco, assim como a nossa vida e as nossas escolhas falam a respeito daquilo que priorizamos: Se a nossa fé é ativa, se estamos aos pés do Senhor Jesus, se precisamos Dele, etc.
Já havia acontecido o grande milagre na família de Maria, mas não lhe bastou apenas ser grata a Deus, ela tinha que dar algo que lhe custava; algo que representasse a sua vida e o seu futuro.
E assim é a nossa decisão em relação a Deus!
Há três formas de eu precisar do senhor Jesus:
– A maneira religiosa, baseada na tradição;
– Por causa de um problema;
– Porque a minha alma precisa Dele.
São três fatores muito diferentes, e o que vale aqui, para o Senhor Jesus, é aquela pessoa que se vê necessitada Dele. Inclusive, de uma certa feita, Ele disse que veio para os doentes e não para os sãos (Mc.2:17).
Por exemplo, desde o momento em que Deus me batizou com o Espírito Santo, eu pensava que iria apenas ajudar as outras pessoas e que venceria tudo, porque quando O recebemos, também recebemos uma certeza e um poder tão grandes, que pensamos nunca mais ter problemas, e se os tivermos, que os vamos ultrapassar “na boa”… pensava eu!
Mas ao longo dos anos e da minha caminhada com o Senhor Jesus, eu fui andando e reparando nas minhas falhas: Descobri que eu era ciumenta, egoísta, e uma das últimas descobertas feias a meu respeito, foi sobre o orgulho… Tudo o que acabei por enxergar, no momento, foi muito difícil… Por exemplo, quando vi o orgulho (lembrando, dá até vontade de chorar), eu clamava a Deus e me via, se me entende, no “inferno”… Não que eu estivesse cometendo algum pecado deliberadamente, pois aquele orgulho era inconsciente; eu não sabia que estava agindo de forma orgulhosa. Mas eu procurei. E sabe porquê? Porque meditei numa Palavra, inclusive através de um dos propósitos que fiz aqui no Blog, e esta falou muito comigo. E numa vigília eu falei com Deus: “Meu Deus, disseram-me isto e aquilo, mas eu quero saber… eu preciso ver! Eu quero enxergar.”
Eu queria enxergar, porque desejava ser essa oferta agradável ao meu Deus. Queria ver, para poder resolver! E chorava muito, falando com Deus… soluçando, mesmo! Pedindo-Lhe que me mostrasse.
A minha mãe é que me havia dito que eu era orgulhosa.
E o dia em que Ele me mostrou, foi numa madrugada em que eu acordei e fiz um resumo de tudo aquilo que eu havia passado na minha vida, naquele ano. E eu me vi orgulhosa! Agora não era a minha mãe falando comigo, ou qualquer outra pessoa, mas eu estava me vendo! E foi quando orei, desesperadamente… Eu estava tão desesperada, que o meu marido, ao meu lado, percebeu a minha agonia, enquanto eu estava de joelhos dobrados na cama.
“Jesus tem misericórdia de mim, eu peço perdão, eu não tinha visto isto… eu quero mudar.”
Após a minha oração, eu falei com o meu marido detalhes a respeito do que havia descoberto. E depois, vim até a divulgar aquilo que tinha visto a meu respeito. E quanto mais me via, mais sensível à voz de Deus eu ficava!
É assim que eu vejo Maria: Ela deu o seu perfume porque, na realidade, já tinha reconhecido as suas próprias limitações, imperfeições e erros. Então, não há como não valorizar Alguém, como o Senhor Jesus, que dá a vida pela nossa alma, que restitui o nosso valor.
Eu me vi tão mal, mas tão mal, que há medida que eu via e orava, Deus fez algo que também eu vi no meu ser: Testemunho!
Depois de me ter visto orgulhosa, eu vi uma outra Viviane.
E quanto mais você se enxerga e repara a si própria, mais você valoriza o Salvador!
Quando alguém não valoriza e prioriza o Senhor Jesus, vou ser bem sincera consigo: Não valoriza a sua alma.
Talvez valorize aquilo com que o Senhor Jesus a presenteou, como a cura, a libertação, a salvação da família, amigos, família na fé, na Igreja, mas não valoriza o que deve existir entre si e Deus.
Estamos a falar do relacionamento de Maria com Deus. Ela não o fez com Marta ou com Lázaro, mas especificamente com o Senhor Jesus, numa festa… numa ceia.
E assim nós aproveitamos as oportunidades, quando nos enxergamos e assumimos a nossa real condição.
Eu espero que esteja participando nestes 100 Dias e que venha a se enxergar e se ver, porque é aqui que o Espírito Santo vai trabalhar. Não para ficar sentido, mas para valorizar aquilo que você crê!
Eu chorava e sentia dor porque eu cria na Palavra de Deus, e por isso busquei, reparei, fiz uma análise da minha própria vida e descobri! E assim é a fé… a fé entre você e Deus descobre, tornando-a assim próxima do Senhor Jesus. E reflete-se quando você entende os seus erros, falhas e pecados – em relação a tudo – e assume!
Eu não tenho vergonha de assumir. Sabe porquê? Porque é o Evangelho em mim. A Palavra está em mim, e assim, aqueles que a recebem habitam com Ele.
A mesma coisa vai acontecer consigo… Quando assume a sua fé, não importa o que os outros pensam ou vão falar, mas aquilo que você vive com Deus. É algo maravilhoso, e só depende daqueles que se sentem necessitados de Deus. Não são os “sãos”, mas os “doentes”, pois para estes é que Jesus veio.
“Eu sou esta, e estou aqui Jesus! Pode trabalhar em mim que eu vou honrar a Sua Palavra. Eu vou empenhar-me para ser esta Palavra na minha vida. E não vai ficar só comigo, porque a minha vida vai igualmente ‘falar’ com você.”
Um grande abraço e até amanhã.
Maria de Jesus Sousa
Janeiro 24, 2017 às 12:20
bom diá Dona Viviane
hoje deus falou muito
forte com migo sobre o orgulho temus que deixar
o senhor Jesus trabalha em nôs e isso quê tô fanzedo deixando o senhor Jesus trabalha em mim
Regiane Daniel dos Santos Canha
Janeiro 24, 2017 às 11:37
Bom dia D. Viviane cada dia tenho olhado pra dentro de mim e lutado contra a minha própria carne .. e estou praticando cada dia mais. ..
Marcia silva
Janeiro 24, 2017 às 11:34
Bom dia!
Tem sido maravilhoso essas medições em minha vida.
Jesus tem trabalhado em mim de uma maneira sobrenatural.
Hoje participei junto com uma amiga e descobrimos que as vezes estava mais preocupadas com a família do que com agente mesma.
A cada dia Deus fala é nos ensina mais.
Obg. Beijos!
Elaine Castro
Janeiro 24, 2017 às 11:33
Bom dia D Viviane, vemos que são detalhes que fazem a diferença, todos os 3 estavam próximos ao Senhor Jesus, mais só uma entregava uma oferta de ouro, a oferta de Caim, os outros apenas ofertavam mais qual era a qualidade da oferta. Tenho percebido em mim que não é apenas estar próxima de Deus, como por exemplo estar na obra, mais são os detalhes que fazem a diferença para Deus, já servi muito e achava que era mais que suficiente, e Deus tem me mostrado que devo priorizar como tem sido a minha oferta, a minha vida com Deus, o que tenho entregado no seu altar. Não foi fácil me enxergar como um fariseu, se ver mau, quando Deus me mostrou que eu era ingrata, foi um choque, mais eu vi claramente, que eu não tinha gratidão em algumas atitudes, muitas vezes queria as coisas do meu jeito, exigia e pronto, muitas vezes nem parava pra pensar qual será a vontade de Deus, eu via o que era certo e aquilo que tinha que ser. Não e assim o fariseu, conhece a palavra, faz parte do povo escolhido, porém faz o que bem entende, o que acha melhor não procurar viver a fé. É verdade quanto mais vemos quem somos realmente através das nossas reações, vemos o amor e misericórdia de Deus, o quanto precisamos e necessitamos Dele.
Elaine Castro
Janeiro 24, 2017 às 11:38
corrigindo a oferta de Abel, não a de Caim
Priscyla Martins Souza de Jesus
Janeiro 24, 2017 às 11:32
Bom dia dona Viviane, muito forte cada meditação aprendo mais, hoje a atitude de Maria me fez reparar, pois ela já havia recebido o que queria seu irmão estava vivo, mas ela procurou retribuir a jesus, dar o que era importante pra ela, não apenas admirar e aproveita a benção que recebeu, confesso que tenho falhado nisso, me reparando percebi, e não quero assim mais ser, quero que a minha vida seja testemunho de uma fé definida, estou na fé e tenho certeza do resultado.
Elizete Chinaide
Janeiro 24, 2017 às 11:15
Bom dia dna Viviane!
Muito forte, a cada dia vejo como um tijolinho colocado para o desenvolvimento com Deus e como pessoa. Assim como Maria, ela enxergava com olhos espirituais, então ela materializava seu amor por Jesus, ela dava. Eu aprendi a dar, dar perdão, ter compaixão, ao inves de julgar ou ter maus olhos, orar pela pessoa, mas para isso tive que exercitar a humildade, ver de onde vinha esses sentimentos ruins, me lembro que foi no inicio da minha entrega à Deus que comecei a reparar dentro de mim, nessa altura passei por um longo deserto, onde O Espírito Santo era O meu único conselheiro me mostrando passo a passo o que estava de errado e me ensinando como resolver, na prática, foi um período de muita dor, de muita angustia, a única saída era obedecer o que Ele me dizia, foram muitas experiências, incontáveis esperiencias com Ele,