Obreira limpa de coração…

Luisa Teixeira

  • 29
  • Mai
  • 2014

Obreira limpa de coração…

  • 29
  • Mai
  • 2014

Como já é do seu conhecimento, estamos a falar das bem-aventuranças que o Senhor Jesus ensinou aos Seus discípulos.


Hoje vou ser bastante objetiva e curta nas palavras, até porque a bem-aventurança que vai ser abordada, é clara, e ao mesmo tempo muito profunda:

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.”

Quando o meu coração está “sujo”, corrompido pela malícia, pelos maus olhos, pela vaidade, então, automaticamente os meus olhos ficam cegos para ver a Deus. Como assim?

A sujidade dos sentimentos cega a visão e não nos permite ver a Deus, muito pelo contrário, só vemos o que é físico.

Assim, quando passamos por um momento dificil, não conseguimos enxergar as oportunidades. Quando chamadas à atenção, não vimos o amor de Deus a cuidar de nós, mas encaramos, antes, como uma suposta “injustiça”.

Como ter, então, esse coração limpo? Essa é a grande questão!

Nada do que está sujo, quando limpamos, se mantém limpo para sempre. Por exemplo, quando limpa a sua casa, sempre há necessidade de voltar a limpar, senão volta à “estaca zero”, ou seja, requer manutenção e limpeza constante. O mesmo sucede com a nossa “casa espiritual”. Essa ideia de que os muitos anos de obra, ou o facto de se ser muito útil como obreira, nos mantém imunes a tudo, é errônea, pois não garante, de todo, um coração limpo.

Veja que o coração “sujo” faz a pessoa viver nas trevas, e por ser enganoso, fá-la achar que está na luz e que vê a Deus, mas tudo o que vê é do seu jeito, de acordo com a sua vontade.

Faça uma análise de como está o seu coração, pois se é uma obreira que não consegue ver Deus, nos mínimos detalhes, ou até mesmo nas adversidades da vida, isso quer dizer que o seu interior está obstruído.

Seja honesta consigo mesma, reconheça, arrependa-se, e passe a odiar este estado em que se encontra. Vá até ao Senhor Jesus, com sinceridade, pois Só Ele poderá limpá-la de toda a imundície da carne!

Gostaria de ler o seu comentário sobre o artigo de hoje.

Um abraço,