Maior Alegria

Viviane Freitas

  • 19
  • Out
  • 2011

Maior Alegria

  • 19
  • Out
  • 2011

Fui para São Paulo aos meus 15 anos e, logo quando cheguei, fui reconhecendo que o meu passado de Nova York, no meu tempo escolar, não saia de dentro de mim.


A paixão que adquiri nos anos que vivi lá, me prendia.

Não conseguia esquecer, mesmo estando em outro país.

Enquanto íamos na igreja do Brás, Deus foi falando comigo. As reuniões foram começando a ter um brilho novamente. A palavra de Deus começou a ter efeito de separar o bem do mal. Não era mais o mal e bem juntos, e nem uma suposta “paz” de tê-los unidos como, o ecumenismo.

Eu sempre sonhava com o rapaz pelo qual eu fui apaixonada por 3 anos. Era aquela paixão platônica. Certo dia, já cansada dessa escravidão, resolvi entregar aquela paixão a Deus. Eu disse de uma vez só: Eu não quero mais nem sonhar com essa paixão. Chega!!! Estou cansada de ser escrava disso.

Nessa altura, não se falava de sentimento e nem fé inteligente, mas agi com a fé racional.

Fui muito beneficiada nisso. Fui sendo verdadeira. Sincera. E o mais gostoso, livre! Fui apreciando o que antes não fazia nexo.
O desejo de fazer algo para Deus me estimulava, sem que alguém falasse alguma coisa. Fui me voltando para Deus.

Até que um dia, em uma 4ª Feira, fui batizada com Espírito Santo. Ali… já era! Quem disse que eu sossegava em fazer algo só para mim? Não, de jeito nenhum! Queria servir mais, evangelizar, porém com um detalhe….

Acompanhe no próximo post.