Furando o Bloqueio

Viviane Freitas

  • 18
  • Mai
  • 2013

Furando o Bloqueio

  • 18
  • Mai
  • 2013

Estou na Escola de Condução, e, a cada dia, percebo-me mais segura para conduzir, porém, não posso deixar passar em branco o que me aconteceu:

Estou indo muito bem, quando, de repente, ouço o professor dizer: Faz a “seta” para a direita, oops…

Fiz no sentido oposto… para a esquerda!

Após o erro, começo a pensar no que fiz. Não consigo parar de pensar, quando, outro erro e, logo depois, mais erros.
Bloqueio, porque estava a pensar ainda no primeiro erro e o motivo de ter sinalizado a direção errada. Logo vem aquela voz: “Viuuuu? Como é que vai conduzir sozinha? Não vai conseguir!” E acabo por ficar bloqueada, e pelo meu bloqueio, começo a cometer erros mais graves ainda.

Estava a pensar que o que sucedera no trânsito, se passava, igualmente, na minha vida, pois quando fazia algo, ao invés de atuar contra aquele pensamento, acabava por alimentar o mesmo. Dando, assim, lugar a uma série de situações que não agradavam a Deus.

Esses pensamentos vêm quando agimos de forma errada, ou até mesmo, por uma sugestão do diabo. Se passamos a dar-lhes demasiada importância, então o grau de frustração será imenso.

Eu não aceitei, e reagi!

É falta de educação uma pessoa falar consigo e você estar no “MUNDO DA LUA”, pensando em outra coisa; não consegue absorver o que o outro diz.

E não é diferente com Deus! Quando Ele fala, e nós estamos cheias de coisas, ocupando a nossa mente com pensamentos negativos, pensamentos inúteis, pensamentos do passado, a pensar nas nossas debilidades, isso impede a nossa comunhão com Ele; impede que ouçamos a Sua Voz.

Pensar no que passou não nos ajudará em absolutamente nada. O que temos que fazer é reagir, procurar ajuda e assim tomar a direção certa!

O diabo é acusador e, sem que você perceba, vai alimentando esse sentimento de inferioridade que tem tendência a crescer a cada dia. Quando se dá conta, vê que está a carregar, em si mesma, um fardo muito pesado.

Reagir contra o seu “eu” é furar o bloqueio que os nossos próprios sentimentos criam, para que não avance contra eles.